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Cecília Benevides de Carvalho Meireles (Rio de Janeiro, 7 de novembro de 1901 — Rio de Janeiro, 9 de novembro de 1964) foi uma jornalista, pintora, poeta, escritora e professora brasileira. É um nome canônico do modernismo brasileiro, uma das grandes poetas da língua portuguesa e é amplamente considerada a melhor poeta do Brasil, pois que tenha combatido a palavra poetisa por causa da discriminação de gênero que apenas depunha outras artistas, como se houvesse caminhos distintos para um poeta.[1]

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Cecília Meireles
Cecília Meireles
Cecília Meireles, sem data. Arquivo Nacional
Nome completo Cecília Benevides de Carvalho Meireles
Nascimento 7 de novembro de 1901
Rio de Janeiro, DF
Morte 9 de novembro de 1964 (63 anos)
Rio de Janeiro, Guanabara
Nacionalidade brasileira
Cônjuge Fernando Correia Dias (1922 - 1935)
Heitor Grillo (1940 - 1964)
Filho(a)(s) Maria Elvira Meireles Correia Dias (n. 1923)
Maria Mathilde Meireles Correia Dias (n. 1924)
Maria Fernanda Meireles Correia Dias (n. 1928)
Alma mater Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro
Ocupação
Período de atividade 1919 — 1964
Prémios Olavo Bilac - Acadêmia Brasileira de Letras (1938)

Jabuti (1963 - Prêmio do livro de poesia Solombra)

Machado de Assis - Academia Brasileira de Letras (1965 - Póstumo - Conjunto da obra)

Género literário
Movimento literário
Magnum opus Romanceiro da Inconfidência (1953)
Religião catolicismo
Assinatura
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Ela viajou pelas Américas na década de 1940, visitando os Estados Unidos, México, Argentina, Uruguai e Chile. No verão de 1940, ela deu palestras na Universidade do Texas em Austin. Ela escreveu dois poemas sobre seu tempo na capital do Texas e um longo (800 linhas) poema socialmente consciente "EUA 1940", publicado postumamente. Como jornalista, suas colunas (crônicas) concentravam-se mais na educação, mas também em suas viagens ao exterior no hemisfério ocidental, Portugal, outras partes da Europa, Israel e Índia (onde recebeu um doutorado honorário).

Como poeta, seu estilo era principalmente neossimbolista e seus temas incluíam tempo efêmero e vida contemplativa. Embora não se preocupasse com a cor local, o vernáculo nativo ou os experimentos em sintaxe (popular), ela é considerada um dos poetas mais importantes da segunda fase do modernismo brasileiro, conhecida pelo vanguardismo nacionalista. Como professora, ela fez muito para promover reformas educacionais e defendeu a construção de bibliotecas infantis. Entre 1935 e 1938, lecionou na universidade de curta duração do distrito federal do Rio de Janeiro.

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