Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido como Chico Mendes (Xapuri, 15 de dezembro de 1944 — Xapuri, 22 de dezembro de 1988) foi um seringueiro, sindicalista, ativista político brasileiro. Lutou a favor dos seringueiros da Bacia Amazônica, cuja subsistência dependia da preservação da floresta e das seringueiras nativas. Seu ativismo lhe trouxe reconhecimento internacional, ao mesmo tempo em que provocou a ira dos grandes fazendeiros locais que o assassinaram.[1] Sua morte foi noticiada internacionalmente e provocou indignação no Brasil e exterior.[2][3][4][5][6]

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Chico Mendes
Chico Mendes
Chico Mendes em 1988
Político(a) de Brasil
Vereador de Xapuri
Período 1º de fevereiro de 1977
a 30 de novembro 1982
Dados pessoais
Nome completo Francisco Alves Mendes Filho
Nascimento 15 de dezembro de 1944
Xapuri, Acre
Brasil
Morte 22 de dezembro de 1988 (44 anos)
Xapuri, Acre
Brasil
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Maria Rita Mendes
Pai: Francisco Alves Mendes
Cônjuge Ilzamar Gadelha Mendes
Partido MDB (1977-1979)
PT (1980-1988)
Profissão Seringueiro, sindicalista, político e ativista ambiental
Website Página do comitê Chico Mendes
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Entre 1987 e 1988, Chico Mendes foi premiado por seu ativismo, recebendo o Global 500 da Organização das Nações Unidas (ONU), na Inglaterra, e a Medalha de Meio Ambiente da Better World Society, nos Estados Unidos. Após a sua morte, prêmios, parques, institutos e memoriais foram criados para divulgar seu legado e homenagear o líder seringueiro,[7][8] cujo legado tem influenciando uma geração de conservacionistas e legisladores em todo o mundo.[9][10][11][12]