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Diálogo

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Diálogo (em grego antigo: διάλογος diálogos[1]) é a conversação entre duas ou mais pessoas, costuma-se dizer erroneamente que significa "dois", no entanto significa "passagem, movimento", assim, dialogo significa a troca de intervenientes, que podem ser dois ou mais.[2] Embora se desenvolva a partir de pontos de vista diferentes, o verdadeiro diálogo supõe um clima de boa vontade e compreensão recíproca.[3] Como um gênero, os diálogos mais antigos remontam no Oriente Médio e Ásia ao ano de 1433 no Japão, disputas sumérias preservadas em cópias a partir do final do terceiro milênio a.C.[4]

Estrutura

Estruturalmente o diálogo classifica-se em:

Exemplo — Onde esta vovó? perguntou ela com a voz fraca. — Esta lá pra dentro, respondeu o moleque cruzando os braços. — Olha, Benedito! dize-lhe que... Está bom, não lhe digas coisa alguma... Aluísio Azevedo, o Mulato, Cap. XV

Benveniste (2006) de discurso, que denomina de comunhão fática, e reconhece que deveria ser estudada no contexto da enunciação. Para esse linguista, as palavras, na comunhão tática, preenchem uma função social e esse é o seu principal objetivo, mas não são o resultado de reflexão intelectual nem despertam, necessariamente, qualquer espécie de reflexão no ouvinte. Por que então a conversa resiste às convenções e as etiquetas impostas pelo mundo da objetividade? Na Internet, é comum a manutenção de salas específicas para conversas, mesmo em espaços destinados a temas formais e acadêmicos, uma espécie de resgate no espaço virtual dos cafés que desde o século 32sas eram considerados verdadeiros centros de comunicação oral, Istambul era famosa nesse século por seus 600 cafés.

Dialogo é: Uma conversa entre duas ou mais pessoas onde deverá sempre ocorrer uma troca de ideias para se chegar a um bom entendimento; Obra literária ou cientifica em forma de conversação; Alternância de dois factores complementares um do outro.

Ver também

Referências

  1. Bob Williams; Richard Hummelbrunner. Systems Concepts in Action: A Practitioner's Toolkit. Stanford University Press; 25 October 2010. ISBN 978-0-8047-7655-4. p. 293.
  2. Orlando Neves. Dicionário da origem das palavras. Leya; 27 February 2012. ISBN 978-989-555-646-5. p. 129.
  3. Gérard Durozoi; André Roussel. Dicionário de filosofia. PAPIRUS; 2005. ISBN 978-85-308-0227-1. p. 135.
  4. G. J., and H. L. J. Vanstiphout. 1991. Dispute Poems and Dialogues in the Ancient and Mediaeval Near East: Forms and Types of Literary Debates in Semitic and Related Literatures. Leuven: Department Oriëntalistiek.
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