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Forma extraordinária do Rito Romano

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"Uma forma extraordinária do Rito Romano" é uma frase utilizada pelo papa Bento XVI em seu motu proprio, Summorum Pontificum, para descrever a liturgia do Missal Romano de 1962, amplamente chamada de Missa Tridentina. A frase distingue claramente a liturgia deste missal, publicado pelo papa João XXIII, da utilizada pelo missal "publicado por Paulo VI, e reeditado em duas sucessivas edições por João Paulo II" (a Missa do Vaticano II), que, segundo ele, "obviamente é e continua a ser a forma normal — a forma ordinária — da liturgia eucarística"[1]. A liturgia deste missal distingue-se também das edições anteriores da Missa Tridentina, revistas pelo papa Pio XII (sobretudo na liturgia da Semana Santa), o papa Pio X, e outros, a partir da edição original do papa Pio V,[2][3] que não são mais reconhecidas como formas actuais do Rito Romano.

Utilização da frase

No primeiro artigo do motu proprio, o papa designou a forma de 1962 como uma "forma extraordinária da Liturgia da Igreja" e como "uma expressão extraordinária da mesma lex orandi da Igreja"[4] e, em sua carta anexa aos bispos, ele afirmou que o missal de 1962 "poderá agora ser utilizado como uma forma extraordinária da celebração litúrgica".[1]

Há um contraste entre a descrição da forma de 1962 como uma forma ou expressão extraordinária (entre várias possíveis) e a declaração que a forma da Missa do Vaticano II é a [única] expressão ordinária,[4] a [única] forma normal da Liturgia Eucarística.[1]

Referências

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Forma extraordinária do Rito Romano
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