Leon Trótski[lower-alpha 2] (nascido Liev Davidovich Bronstein;[1] Ianovka, 7 de novembro de 1879Coyoacán, 21 de agosto de 1940) foi um escritor, intelectual marxista e revolucionário bolchevique, organizador do Exército Vermelho e, após a morte de Lenin, rival de Stalin na disputa pela hegemonia do Partido Comunista da União Soviética (PCUS). Tornou-se figura central da vitória bolchevique na Guerra Civil Russa (1918–1922).[2]

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Leon Trótski
Лев Дави́дович Тро́цкий
Leon Trótski
c.1921
Nascimento 7 de novembro de 1879
Ianovka, Ucrânia
Império Russo
Morte 21 de agosto de 1940 (60 anos)
Coyoacán, Distrito Federal
México
Nacionalidade
Cônjuge Aleksandra Sokolovskaya (1899-1902)
Natália Sedova (1903-1940)
Filho(a)(s) Zinaida Volkova, Nina Nevelson, Lev Sedov e Sergei Sedov
Ocupação Presidente do Soviete de Petrogrado (8 de outubro – 8 de novembro de 1917)
Membro do Politburo da União Soviética
Cargo Ministro de assuntos Navais e de Defesa da União Soviética (1918-1925)
Assinatura
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Nos primeiros tempos da União Soviética, Trótski desempenhou um importante papel político, primeiro como Comissário do Povo (Ministro) para os Negócios Estrangeiros; posteriormente, como organizador e comandante do Exército Vermelho e fundador e membro do Politburo do PCUS, fundado em 1917 para gerenciar a Revolução Bolchevique.[3]

Afastado do controle do partido por Stalin, Trótski foi expulso deste e exilado da União Soviética, refugiando-se no México, onde veio a ser assassinado por Ramón Mercader, agente da polícia de Stalin,[4][lower-alpha 3] que teve ajuda da espiã soviética infiltrada, África de las Heras.[5] As suas ideias políticas, expostas numa obra escrita de grande extensão, deram origem ao trotskismo, corrente ainda hoje importante no marxismo.