Lupita Amondi Nyong'o (Cidade do México, 1 de março de 1983) é uma atriz quênio-mexicana.[1] Foi a primeira atriz queniana e a primeira atriz mexicana a ganhar um Óscar, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, pelo filme 12 Years a Slave, além da primeira a ganhar o SAG Award de Melhor Atriz Coadjuvante,[2][3][4] e indicada ao Tony de Melhor Atriz em 2015 pelo seu aclamado desempenho na peça teatral Eclipsed.[5]

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Lupita Nyong'o
Lupita Nyong'o
Nyong'o no South by Southwest em 2019
Nascimento Lupita Amondi Nyong'o Buyu
1 de março de 1983 (39 anos)
Cidade do México, México
Residência Brooklyn, Nova Iorque, NY
Nacionalidade mexicana
queniana
Cidadania México, Quénia
Progenitores
  • Peter Anyang' Nyong'o
  • Dorothy Ogada Nyong'o (neé Buyu)
Alma mater Hampshire College
Universidade Yale
Ocupação atriz
Período de atividade 2005—presente
Prêmios
Obras destacadas Sulwe
Close

Nyong'o começou sua carreira em Hollywood como assistente de produção. Em 2008, ela estreou como atriz com o curta East River e, posteriormente, retornou ao Quênia para estrelar a série de televisão Shuga (2009–2012). Também em 2009, ela escreveu, produziu e dirigiu o documentário In My Genes. Ela então fez um mestrado em atuação na Escola de Drama de Yale. Logo após sua formatura, ela teve seu primeiro papel como Patsey no drama histórico de Steve McQueen, 12 Years a Slave (2013), pelo qual recebeu elogios da crítica e ganhou vários prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Ela se tornou a primeira atriz queniana e mexicana a ganhar um Oscar.

Nyong'o estreou na Broadway como adolescente órfã na peça Eclipsed (2015), pela qual foi indicada ao Tony Award de Melhor Atriz em uma peça. Ela passou a desempenhar um papel de captura de movimento como Maz Kanata na trilogia de sequelas de Guerra nas Estrelas (2015–2019) e um papel de voz como Raksha em The Jungle Book (2016). A carreira de Nyong'o progrediu com seu papel como Nakia no filme de super-herói Pantera Negra (2018) e seu papel principal no aclamado filme de terror de Jordan Peele, Us (2019).

Além de atuar, Nyong'o apoia a preservação histórica. Ela fala sobre prevenir o assédio sexual e trabalhar pelos direitos das mulheres e dos animais. Em 2014, ela foi nomeada a mulher mais bonita pela People. Nyong'o também escreveu um livro infantil chamado Sulwe (2019), que se tornou o best-seller número um do New York Times.

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