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Francisco Di Franco

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Francisco Di Franco
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Francisco de Sousa Neto, mais conhecido como Francisco di Franco (São Paulo, 7 de maio de 1938São Bernardo do Campo, 10 de abril de 2001) foi um modelo, encenador e ator brasileiro de cinema e televisão.

Factos rápidos

Iniciou a carreira na década de 1950, atuando em circos, até começar a se destacar nos mais variados filmes do cinema nacional, sobretudo em pornochanchadas. Na televisão, atuou em diversas produções da TV Tupi, entre elas como o protagonista-título da telessérie Jerônimo, o Herói do Sertão (1972–73), papel que o tornou muito popular, sobretudo entre as crianças. Em 1984, Di Franco reviveu o personagem na telenovela homônima, desta vez numa nova versão produzida pelo SBT.

Ao final da década de 1980, com cada vez menos convites para atuar, Di Franco foi apresentador, diretor de produção e show-man em clubes e circos do interior paulista. Em seus últimos anos de vida, trabalhou como servidor público do município de São Bernardo do Campo.[1]

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Biografia e carreira

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Perspectiva

Di Franco vinha de uma família tradicional, o que lhe possibilitou estudar em bons colégios.[2] Sua carreira teve início em 1954, com figurações em circos e em programas humorísticos da TV Record. Cinco anos depois, enquanto trabalhava como mecânico, foi descoberto por Mazzaropi que notou o talento do rapaz e o convidou para um papel no filme Jeca Tatu (1959).[2][1] Depois vieram outros filmes, como O Lamparina (1963), Um Certo Capitão Rodrigo (1970) (no papel-título, dirigido por Anselmo Duarte), Um Anjo Mau (1971), Noiva da Noite (1974), O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão (1977), Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel (1979) e Filho Adotivo (1984). Devido a seu status de galã, Di Franco atuou em diversas pornochanchadas.

Atuou em publicidade, fazendo mais de 150 comerciais de televisão, no Brasil e no exterior.[2]

Sua estreia em telenovelas se deu em 1971, em Bandeira 2, porém a consagração perante o público viria no ano seguinte, ao protagonizar Jerônimo, o Herói do Sertão, na TV Tupi São Paulo, época em que foi eleito o "homem mais bonito do Brasil".[1] Ainda na Tupi, faria A Viagem (1975), Ovelha Negra (1975) e Jorge, um Brasileiro (1978).[2] Em 1984, chegou a reviver o personagem Jerônimo na telenovela homônima exibida pelo SBT, porém sem o mesmo sucesso de outrora. Na mesma emissora, também foi apresentador de programas como Novos Talentos e Musicamp.[3]

No final da década de 1980, com cada vez menos convites para atuar, tornou-se diretor de produção, trabalhando em uma dezena de filmes, e show-man em clubes e circos no interior de São Paulo.[2] Voltou ao cinema em 1998, em Hans Staden, num pequeno papel.[2]

Di Franco passou seus últimos anos de vida trabalhando como servidor público na prefeitura de São Bernardo do Campo.[1] Morreu em São Paulo anos depois, de câncer nos pulmões.[2]

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Filmografia

Cinema

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Televisão

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Referências

  1. «Homem mais bonito do Brasil, ator virou servidor público e morreu esquecido». Notícias da TV. 8 de maio de 2023. Consultado em 30 de maio de 2024
  2. SILVA NETO, Antônio Leão da. Astros e Estrelas do Cinema Brasileiro. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2010. 2. ed. Coleção Aplauso. Coord.-geral Rubens Ewald Filho. ISBN 978-85-7060-903-8. p. 143. Disponível no site da editora.
  3. «Francisco di Franco». Memória da TV. Consultado em 2 de junho de 2023
  4. Cinemateca Brasileira, Cordélia, Cordélia [em linha]
  5. «Um Anjo Mau». Cinemateca Brasileira. Consultado em 16 de junho de 2018

Ligações externas

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