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Academia Nacional de Medicina

organização brasileira Da Wikipédia, a enciclopédia livre

Academia Nacional de Medicina
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A Academia Nacional de Medicina é uma associação de direito privado, sem fins econômicos,[3] fundada no Brasil em 30 de junho de 1829 pelo médico Joaquim Cândido Soares de Meireles sob o nome de Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro. Pelo decreto da Regência de 8 de maio de 1835, a Sociedade passou a denominar-se Academia Imperial de Medicina. Com a instauração do regime republicano, o decreto nº 9, de 21 de novembro de 1889, instituído pelo Governo Provisório, suprimiu o título “imperial” de várias instituições dependentes do Ministério dos Negócios do Interior, entre estas a Academia Imperial de Medicina, que passou a ser denominada Academia Nacional de Medicina.[4]

Factos rápidos Fundação, Propósito ...
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Joaquim Cândido Soares de Meireles, primeiro presidente da então Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro
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Oscar Castelo Branco Clark, membro até falecer em 1948.

A revista Anais da Academia Nacional de Medicina é a publicação oficial da Academia Nacional de Medicina, sendo o periódico mais antigo do país, com circulação regular desde 1830

A academia é constituída de membros votantes titulares e eméritos, que ocupam 100 cadeiras, possuindo ainda honorários nacionais, internacionais e correspondentes.[5]

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História

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Até a fundação da Academia Nacional de Medicina floresciam no Brasil curandeiros, alguns charlatães e feiticeiros. O primeiro médico prático da cidade foi Aleixo Manuel, o velho, em meados do século XVII. Os caboclos empregavam a vaga medicina dos pajés e os negros, seus amuletos e ervas. Em certas ruas, barbeiros apregoavam drogas, faziam sangrias. Não havia Faculdade de Medicina e os cariocas que desejavam curar seus semelhantes eram obrigados a ir estudar em Coimbra. O ensino oficial da medicina começaria em 5 de novembro de 1808 quando, por decreto de D. João VI, foi criada a Escola Anatômico-Cirúrgica e Médica, precursora da atual Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A medicina do tempo do Primeiro Reinado, embora D. João VI tivesse trazido alguns bons médicos para o Rio de Janeiro, era do ´tipo caseiro´: rodelinhas de limão nas frontes para enxaquecas, suadouros de sabugueiro e quina, para as febres: cataplasmas contra as asmas: antipirina para as dores de cabeça; banhos de malva para as dores nas cadeiras; um ´cordial´ contra a insônia e, para os loucos, o Hospício, na Praia Vermelha.

Com a maioridade do Imperador D. Pedro II, este tornou-se o maior patrono da Casa, e durante 50 anos frequentou as suas sessões e presidiu as solenidades da Academia.[5]

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Membros fundadores

Fonte:[6]

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Presidentes

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Documento governamental emitido por membro da Academia Imperial de Medicina em 1849.

Fonte:[7]

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Secções e Patronos

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Secção de Medicina

Eméritos

Titulares

Secção de Cirurgia

Eméritos

Titulares

Secção de Ciências Aplicadas à Medicina

Eméritos

Titulares

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Referências

  1. «História». Academia Nacional de Medicina. Consultado em 18 de maio de 2021
  2. «Estatuto» (PDF). Academia Nacional de Medicina. Consultado em 17 de agosto de 2020
  3. «Sociedade de Medicina do Rio de Janeiro». Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930). Consultado em 16 de agosto de 2020
  4. Acadêmicos Presidentes da Academia Nacional de Medicina
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Bibliografia

Ligações externas

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