José Isaías de Noronha (Rio de Janeiro, 6 de julho de 1874Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 1963) foi um militar da Marinha do Brasil.

Factos rápidos José Isaías de Noronha, Membro da Junta Governativa Provisória ...
José Isaías de Noronha
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Isaías de Noronha
José Isaías de Noronha
Membro da Junta Governativa Provisória
Período 24 de outubro de 1930
a 3 de novembro de 1930
Servindo com Tasso Fragoso, Mena Barreto
Antecessor(a) Washington Luís
(Presidente do Brasil)
Sucessor(a) Getúlio Vargas
(Presidente do Brasil)
Dados pessoais
Nascimento 6 de julho de 1874
Rio de Janeiro, Município Neutro, Império do Brasil
Morte 29 de janeiro de 1963 (88 anos)
Rio de Janeiro, Guanabara
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Zulmira Augusta Aguiar
Pai: Manuel Muniz de Noronha
Profissão Militar
Serviço militar
Lealdade Brasil
Serviço/ramo Marinha do Brasil
Graduação Almirante
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Vida

Filho do general de divisão Manuel Muniz de Noronha e de Zulmira Augusta Aguiar, era sobrinho de Júlio César de Noronha, ministro da Marinha de 1902 a 1906, e primo de Sílvio de Noronha, ministro da Marinha de 1946 a 1951.[1][2]

Tendo alcançado a patente de almirante, José Isaías de Noronha foi um dos integrantes da junta governativa que governou o país quando da eclosão da Revolução de 1930, constituída assim que Washington Luís foi deposto e Júlio Prestes impedido de assumir.[1][2]

Seu período de governo foi de 24 de outubro de 1930 a 3 de novembro de 1930, junto com Mena Barreto e Augusto Fragoso, compondo a Junta Governativa Provisória de 1930.[1][2]

A Junta governativa assumiu o governo no dia 24 de outubro de 1930. Ainda naquele dia, a junta organizou um novo ministério, do qual faziam parte, entre outros, o general José Fernandes Leite de Castro (Ministério da Guerra), Isaías de Noronha (Ministério da Marinha) e Afrânio de Melo Franco (Ministério das Relações Exteriores). Com a situação na capital sob controle, a junta enviou o primeiro de uma série de telegramas a Getúlio Vargas, propondo a suspensão total das hostilidades em todo o país, mas nada adiantando sobre a transferência do poder aos chefes da revolução.[1][2]

Ver também

Referências

  1. KOIFMAN, Fábio, Organizador - Presidentes do Brasil, Editora Rio, 2001.

Ligações externas

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