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A Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) das espécies ameaçadas, também conhecida como Lista Vermelha da IUCN ou, em inglês, IUCN Red List ou Red Data List, foi criada em 1964 e constitui um dos inventários mais detalhados do mundo sobre o estado de conservação mundial de várias espécies de plantas, animais, fungos e protistas.

A Lista Vermelha obedece a critérios precisos, para avaliar os riscos de extinção de milhares das espécies e subespécies, pertinentes a todas as espécies e em todas as regiões do mundo, com o objetivo de informar sobre a urgência das medidas de conservação para o público e legisladores, assim como ajuda a comunidade internacional na tentativa de reduzir as extinções.

Os seus principais conselheiros sobre as espécies incluem a BirdLife International, a World Conservation Monitoring Centre e outros grupos da especialidade no âmbito do Comité de Sobrevivência das Espécies, Species Survival Commission (SSC), da IUCN. Cerca de metade das espécies incluídas na lista são acompanhadas por estas organizações.

A IUCN tem como objectivo a reavaliação da categoria de cada espécie a cada cinco anos, se possível, ou pelo menos em cada dez anos. Isto é feito, habitualmente, por revisão por pares através do grupos de especialistas do Comité de Sobrevivência das Espécies da IUCN, (SSC), responsáveis por cada grupo de espécies ou área geográfica específica. Por exemplo a BirdLife International é responsável pela totalidade da classe Aves.[1] Há mais de 7 mil espécies ainda não extintas na Lista Vermelha de 2006 que não tiveram a sua categoria avaliada desde 1996.

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