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Diego Andrade

político brasileiro Da Wikipédia, a enciclopédia livre

Diego Andrade
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Diego Leonardo de Andrade Carvalho (Belo Horizonte, 8 de agosto de 1977) é um político e administrador brasileiro.[1]

Factos rápidos Deputado federal por Minas Gerais, Período ...

Diego é sobrinho do senador Clésio Andrade.[2] Trabalhou na Copasa antes de eleger-se deputado federal por Minas Gerais em 2010, pelo Partido da República (PR).

Foi reeleito deputado federal em 2014, já pelo Partido Social Democrático (PSD).[1] Durante a 55ª legislatura, votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff.[3] Posteriormente, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[3] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[4]

Foi novamente reeleito em 2018, também pelo PSD.[5][6]

Em maio de 2020, indicou à presidência da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) o coronel da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais Giovanne Gomes da Silva.[7] Giovanne acabaria renunciando após denúncias de assédio moral em agosto de 2021, e o deputado indicaria seu substituto, escolhendo o advogado Miguel da Silva Marques.[8] Miguel é o concunhado de Diego Andrade.[9]

Em 2022, foi reeleito deputado federal pela quarta vez.[10]

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Referências

  1. «Conheça os Deputados». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 24 de setembro de 2018
  2. «Mãe de deputado aparece em lista de vacinação clandestina em MG». R7.com. 16 de abril de 2021. Consultado em 13 de fevereiro de 2023
  3. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017
  4. «Diego Andrade 5555 (Deputado Federal)». Eleições 2018. Consultado em 5 de fevereiro de 2019
  5. Fransciny Alves (29 de maio de 2020). «Diego Andrade foi quem indicou coronel mineiro para presidência da Funasa | O TEMPO». O Tempo. Consultado em 13 de fevereiro de 2023
  6. «Governo troca presidente da Funasa, órgão de R$ 2,4 bilhões». O Globo. 27 de agosto de 2021. Consultado em 13 de fevereiro de 2023
  7. «Centrão loteia Funasa com coach, parente e especialista em cachaça». Correio Braziliense. 5 de setembro de 2022. Consultado em 13 de fevereiro de 2023. O deputado Diego Andrade (PSD-MG) indicou seu concunhado, o advogado Miguel Marques, para comandar a fundação. Nas redes sociais, eles exibem uma relação de proximidade. Em dezembro passado, Marques publicou uma foto ao lado do deputado e das mulheres de ambos, que são irmãs, com a legenda: "vale night com meus parceiros". No currículo, o chefe da Funasa informa como experiência "confecção de projetos de lei através de prestação de serviços" para o congressista.
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Ligações externas

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