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Francisco Silva Dias

arquiteto português Da Wikipédia, a enciclopédia livre

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Francisco David Carvalho da Silva Dias (Lisboa, 19 de Julho de 1930) é um arquitecto português.[1]

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Biografia

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Perspectiva

Diplomado em Arquitectura pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa no ano de 1957, com um trabalho sobre o tema Aspectos do Problema da Habitação em Portugal: Projecto de uma Unidade de Habitação Colectiva,[2] Silva Dias doutorou-se, em 2000, pela Universidade Técnica de Lisboa (Faculdade de Arquitectura) com uma tese no ramo do Planeamento Urbanístico intitulada Raízes e Perspectivas do Urbanismo Meridional Português: A Arte Urbana dos Aglomerados Portugueses de Influência Mediterrânica[3][4]

Iniciou o seu trabalho como arquitecto no ano de 1957, trabalhando para a Câmara Municipal de Almada no Gabinete de Urbanização.[2]

Em 1958 colaborou no Inquérito à Arquitectura Popular em Portugal realizado pelo Sindicato Nacional dos Arquitectos e em 1963 foi eleito para a Direcção deste mesmo sindicato mas não chegou a tomar posse por ter sido impedido, por motivos políticos, pelo Ministério das Corporações.[2]

Em 1960 trabalhou para a Câmara Municipal de Lisboa no Gabinete Técnico de Habitação (GTH).[2]

No período de 1990 a 1992, foi Presidente da Associação dos Arquitectos Portugueses.[2]

Foi docente no Curso de Arquitectura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, posteriormente na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa.[2]

Exerceu, entre 2006 e 2011 as funções de Provedor da Arquitectura da Ordem dos Arquitectos.

É actualmente membro da Assembleia Municipal de Lisboa.[2]

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Obras

Projectos

  • 1959: Projecto da Escola Técnica de Saurimo (Luanda)[5]
  • 1962: Projecto de urbanização de Chelas, Lisboa (com José Rafael Botelho e J. Reis Machado)[6][7]
  • 1963: Projecto de urbanização da Península de Setúbal (com José Rafael Botelho)[6][7]
  • 1970: Plano de recuperação do Vale Escuro - Alto da Eira, Lisboa[7]
  • 1974: Complexo residencial do Alto do Zambujal, Lisboa[7]
  • 1980: Proposta finalista do concurso de remodelação urbana do Martin Moniz, Lisboa[7]
  • 1987: Vencedor do concurso para um projecto de ordenamento da Praça de Portugal, (Setúbal) (com J. A. Lobo de Carvalho)[6][7]
  • 1988: Vencedor do concurso para um projecto de aproveitamento da Quinta do Correio-Mor, Loures (com Ana Conduto e Ana Silva Dias)[6][7]
  • 1988: Proposta de ideias para Lisboa, premiada no concurso «Lisboa e o Rio»[7]
  • 1998: Programa base da grande obra de remodelação e ampliação do Teatro São Luiz, Lisboa[8]
  • Centro urbano de Santo André[7]
  • Recuperação do edifício dos Paços do Concelho, Praça do Município, Lisboa

Livros

  • Arquitectura Popular em Portugal. Lisboa: Sindicato Nacional dos Arquitectos, 1961 (co-autor).[9]
  • Contos da memória que falece. Lisboa: Fonte da Palavra, 2011. ISBN 978-989-667-059-7[10]
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Homenagem

A Câmara Municipal de Almada organizou em 2006/07 uma exposição intitulada: "1950 – 2000 Cinquenta anos de Arquitectura e Urbanismo em Portugal através da obra de Francisco da Silva Dias"[11]

Ver também

Ligações externas

Referências

  1. «Francisco David Carvalho Silva Dias» (em inglês). Consultado em 7 de Novembro de 2011
  2. «provedor da arquitectura / quem é o provedor». Consultado em 7 de Novembro de 2011
  3. PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Base de dados de doutoramentos realizados e reconhecidos em Portugal.
  4. «Geração africana». 2000. Consultado em 7 de Novembro de 2011
  5. Francisco David Carvalho Silva Dias. 6. [S.l.]: Círculo de Leitores e Larousse. 2007. p. 2327. ISBN 978-972-759-926-4 |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  6. PEDREIRINHO, José Manuel. Dicionário dos Arquitectos Activos em Portugal do Século I à Actualidade. Lisboa: Edições Afrontamento, 1994, s.v. «Francisco David Carvalho Silva Dias», p. 96. ISBN 972-36-0348-9
  7. «São Luiz Teatro Municipal / Cronologia». Consultado em 7 de Novembro de 2011. Arquivado do original em 29 de junho de 2012
  8. Introdução à 1.ª edição de Arquitectura Popular em Portugal. Cf. igualmente Inquérito à Arquitectura Popular em Portugal
  9. Comentário de Modesto Navarro sobre a obra. Um conto extraído da obra.
  10. «Exposição homenageia Francisco Silva Dias». Consultado em 7 de Novembro de 2011
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