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Guaimbê
município brasileiro do estado de São Paulo Da Wikipédia, a enciclopédia livre
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Guaimbê é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 21º54'36" sul e a uma longitude 49º53'48" oeste, estando a uma altitude de 469 metros. Sua população estimada em 2004 era de 5.242 habitantes. O município é formado pela sede e pelo distrito de Fátima[6][7].
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Toponímia
O topônimo Guaimbê é derivado do córrego de mesmo nome, que passa próximo à zona urbana municipal. O nome desse curso d'água é de origem tupi e significa "cipó de amarrar" ou "cipó imbê" (Thaumatophyllum bipinnatifidum).[8]
História
Resumir
Perspectiva
Localizada entre os rios Aguapeí e Tibiriçá, as terras do atual município começaram a ser colonizadas em 1923, quando eram uma fazenda do Dr. João Domingues Sampaio. Receberam a incumbência de colonização dessa propriedade rural os senhores Shuhei Uetsuka e Uamani Kaniti e o engenheiro Kazuo Hakaishima, os quais, auxiliados por imigrantes japoneses, derrubaram as matas e construíram as primeiras estradas e em seguida dividiram a fazenda em lotes menores, alguns dos quais pertencentes a um povoado nas margens do Córrego Guaimbê, o Segundo Núcleo Colonial Uetsuka, que anos depois mudou o seu nome para Vila Sampaio, em homenagem ao proprietário das terras. Posteriormente, foi adotado o nome Guaimbê, devido ao curso d'água.
Esses povoado foi recebendo, ao longo do tempo, pessoas de outras origens, como italianos, mineiros e nordestinos.
O Decreto-Lei Estadual nº 6499, de 12 de Junho de 1934, elevou o povoado de Guaimbê à categoria de distrito, inicialmente subordinado ao município de Lins. Dez anos depois, pelo Decreto-Lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, esse distrito passou a fazer parte do novo município de Getulina.
Em 30 de dezembro de 1953, por meio do Decreto Lei-Estadual nº 2456, homologado pelo Decreto-Lei Estadual nº 165 de 24 de junho de 1954, Guaimbê se tornou um município, emancipando-se de Getulina, mas ainda pertencendo à sua comarca. A instalação ocorreu em 1° de janeiro de 1955, com a posse do primeiro prefeito, Osires Souza e Silva.
A formação territorial de Guaimbê se consolidou em 1959, quando, por meio da Lei Estadual 5.285, de 18 de fevereiro daquele ano, foi criado o distrito de Fátima.[8][9]
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Geografia
O município possui uma área de 217,448 km².
Demografia
População total: 5.425
- Urbana: 4.740
- Rural: 685
- Homens: 2.697
- Mulheres: 2.728
Densidade demográfica (hab./km²): 24,95
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 15,10
Expectativa de vida (anos): 74,77
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,06
Taxa de alfabetização: 88,7%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,728
- IDH-M Renda: 0,675
- IDH-M Longevidade: 0,830
- IDH-M Educação: 0,689
Hidrografia
- Rio Tibiriçá
- Rio Aguapeí
- Córrego Guaimbê
Rodovias
- BR-153
- Estrada Vicinal SP-333 (Guaimbê - Júlio Mesquita)
Infraestrutura
Comunicações
O sistema de telefones automáticos foi inaugurado na cidade em 1977 pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP), que também implantou o sistema de discagem direta à distância (DDD) em 1986 com o código de área (0145).[13] Anteriormente a cidade era atendida pela Companhia de Telecomunicações do Estado de São Paulo (COTESP).[14]
Na década de 90 o código DDD da cidade foi alterado para (014), para padronização do sistema telefônico com a telefonia celular que estava sendo implantada em todo o estado.[15]
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Religião
O Cristianismo se faz presente na cidade da seguinte forma:[16]
Igreja Católica
- A igreja faz parte da Diocese de Lins.[17]
Igrejas Evangélicas
Entre as igrejas protestantes históricas, pentecostais e neopentecostais, encontram-se na cidade:[18]
Ver também
Referências
- «Cópia arquivada». Consultado em 8 de setembro de 2009. Arquivado do original em 1 de agosto de 2012
- IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010
- «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010
- «Perfil do município - Guaimbê/SP». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 19 de junho de 2023
- «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010
- «Municípios e Distritos do Estado de São Paulo» (PDF). IGC - Instituto Geográfico e Cartográfico
- «Divisão Territorial do Brasil». IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
- «Guaimbê - Histórico». IBGE Cidades. Consultado em 19 de junho de 2023
- «Perfil do Município - Guaimbê (SP)». Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil. Consultado em 19 de junho de 2023
- «Censo 2010 - Sinopse: Guaimbê (SP)». IBGE Cidades. Consultado em 19 de junho de 2023
- «Universo - Indicadores sociais municipais: Guaimbê (SP)». IBGE Cidades. Consultado em 19 de junho de 2023
- «Área de operação da Telesp em São Paulo». www.telesp.com.br. Página oficial da Telecomunicações de São Paulo (arquivada). 14 de janeiro de 1998. Consultado em 18 de fevereiro de 2025
- «Convênio de incorporação da COTESP pela TELESP em 25 de outubro de 1973». camara.gov.br. Consultado em 18 de fevereiro de 2025
- «Telesp - Código DDD e Prefixos». www.telesp.com.br. Página oficial da Telecomunicações de São Paulo (arquivada). 14 de janeiro de 1998. Consultado em 18 de fevereiro de 2025
- O termo "cristão" (em grego Χριστιανός, transl Christianós) foi usado pela primeira vez para se referir aos discípulos de Jesus Cristo na cidade de Antioquia (Atos cap. 11, vers. 26), por volta de 44 d.C., significando "seguidores de Cristo". O primeiro registro do uso do termo "cristianismo" (em grego Χριστιανισμός, Christianismós) foi feito por Inácio de Antioquia, por volta do ano 100. Tyndale Bible Dictionary, pp. 266, 828
- «Sul 1 Region of Brazil [Catholic-Hierarchy]». www.catholic-hierarchy.org. Consultado em 14 de julho de 2024
- Cross, F. L.; Livingstone, E. A., eds. (1 de janeiro de 2009). «The Oxford Dictionary of the Christian Church». Oxford University Press (em inglês). ISBN 978-0-19-280290-3. Consultado em 22 de abril de 2025
- «Campos Eclesiásticos». CONFRADESP. 10 de dezembro de 2018. Consultado em 14 de julho de 2024
- «Arquivos: Locais». Assembleia de Deus Belém – Sede. Consultado em 14 de julho de 2024
- «Localidade - Congregação Cristã no Brasil». congregacaocristanobrasil.org.br. Consultado em 14 de julho de 2024
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Ligações externas
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