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Sérgio Mamberti
ator brasileiro Da Wikipédia, a enciclopédia livre
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Sérgio Duarte Mamberti OMC (Santos, 22 de abril de 1939 — São Paulo, 3 de setembro de 2021) foi um ator, diretor, produtor, autor, artista plástico e político brasileiro. Foi secretário-geral do Comitê Nacional de Arte Brasileira (CNAB) na diretoria de 2009 a 2014.[1] É formado pela Escola de Artes Dramáticas de São Paulo, foi dramaturgo por mais de 50 anos.[2] Era irmão do também ator Cláudio Mamberti e pai do ator Duda Mamberti, do diretor Fabrício Mamberti e do produtor teatral Carlos Mamberti.[3][4]
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Biografia
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Perspectiva
Nascido em 1939, na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, Sérgio formou-se no curso de artes cênicas da Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD).[5] Fez sua estreia no teatro na peça Antígone América escrita por Carlos Henrique Escobar, produzida por Ruth Escobar e dirigida por Antônio Abujamra.[6]
Após a peça no ano de 1963, passou a integrar o Grupo Decisão, juntamente com nomes como Antonio Abujamra e Glauce Rocha.[4] Pelo grupo participou de diversos trabalhos, se destacando no espetáculo O inoportuno de Harold Pinter.[7]
Posteriormente participou da histórica montagem de O Balcão de Jean Genet o que lhe garantiu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo, na categoria 'melhor ator coadjuvante'.[8]
Na década de 1970, com seu irmão Cláudio Mamberti participou de inúmeras peças de teatro na capital paulista trabalhando com importantes nomes da dramaturgia brasileira como Beatriz Segall, Regina Duarte e Paulo José.[4][9]
Nos anos 1980, interpretou Galeno Sampaio na novela Brilhante da Rede Globo.[10] Em 1984, interpretou Rei Cláudio na peça Hamlet, do inglês William Shakespeare organizado por Marco Aurélio.[11] No mesmo ano viveu Argan na peça Tartufo, de Molière dividindo a peça com Paulo Autran, sob a direção de José Possi Neto.[4] Em 1988, viveu um de seus personagens mais marcantes Eugênio, mordomo homossexual de Celina (Nathália Timberg), no folhetim Vale Tudo de Gilberto Braga.[12][13]
Ainda na década de 1980, foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), tendo participado efetivamente do processo de fundação.[14][15]
Na década de 1990, viveu um de seus personagens mais marcantes: Doutor Victor, no programa infanto-juvenil Castelo Rá-Tim-Bum, da TV Cultura.[16][17]
Após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, Sérgio participou da parte cultural do governo, ocupando cargos e participando de conselhos.[18][19]
Em 2013, viveu o vilão Dionísio na novela Flor do Caribe.[20][21] Em 2016, fez sua estreia nos serviços de streaming na série 3%, produzida pela Netflix.[22]
No ano de 2017, foi homenageado na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) no dia do ator.[23] Em 2018, venceu o prêmio Grande Prêmio da Crítica APCA.[24]
Em 2019, ganhou destaque na peça 'O ovo de ouro' que conta a história de judeus que eram obrigados a matar outros judeus na Alemanha Nazista.[25][26]
Em 2021, lançou uma autobiografia em que afirmou ser bissexual.[27][28]
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Carreira política

Filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), Sérgio Mamberti ocupou durante o Governo Lula diversos cargos dentro do Ministério da Cultura do Brasil:[18][29]
- Secretário de Música e Artes Cênicas
- Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural
- Presidente da Fundação Nacional de Artes FUNARTE
- Secretário de Políticas Culturais
Mamberti posicionou-se de maneira contrária ao processo de Impeachment de Dilma Rousseff.[30] Em 2018, interpretou o seu personagem Dr. Victor juntamente com os atores Pascoal da Conceição (Dr. Abobrinha) e Eduardo Silva (Bongô) para pedirem votos ao então candidato petista Fernando Haddad.[31] Também nesse ano, protestou contra a prisão do presidente Lula, participando do movimento Lula Livre.[32]
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Vida pessoal
Foi casado entre 1964 e 1980 com Vivien Mahr, com quem teve três filhos: Duda Mamberti, Carlos e Fabrício.[33] Vivien morreu precocemente aos 37 anos, devido a uma série de problemas respiratórios.[34] Em 1982, ele conheceu Ednardo Torquato, com quem viveria uma relação de 37 anos, até a morte de Ednardo em 2019. Com o parceiro, adotou sua única filha, Daniele.[35][36]
Mamberti morreu em 3 de setembro de 2021, em um hospital da rede Prevent Sênior, vítima de falência múltipla dos órgãos, em decorrência de uma infecção pulmonar. Foi velado no Teatro Sesc Padre Anchieta, e sepultado no Cemitério da Consolação, na capital paulista.[37]
Filmografia
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Perspectiva
Referência em atuação, Mamberti é lembrado por ter representado muitos personagens com personalidade forte. Entre seus trabalhos mais importantes e mais lembrados pelo público, é importante destacar o culto mordomo Eugênio de Vale Tudo, o sábio Dr. Victor do programa infantil Castelo Rá-Tim-Bum e, mais recentemente, o carrasco nazista Dionísio Albuquerque de Flor do Caribe. Além disso, atuou em filmes, séries, minisséries e outros especiais.
Cinema
Televisão
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Teatro
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Prêmios e indicações
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Perspectiva
Em 1962, venceu o prêmio Moracy do Val realizado pelo jornal Última Hora na categoria 'ator revelação' pelo espetáculo Antígone – América.[45] No ano de 1964, recebeu o 'Prêmio Saci' de Teatro que era organizado pelo jornal O Estado de S. Paulo na categoria 'Melhor Ator Coadjuvante' pela peça O Inoportuno.[46][47]
Em 1969, recebeu o 'Prêmio Governador do Estado de SP' na categoria 'Melhor ator coadjuvante' por sua atuação na peça teatral O Balcão.[48] Na década seguinte recebeu mais prêmios como o Prêmio Molière na categoria 'Melhor ator' no ano de 1975 pela peça Réveillon.[49] No ano anterior, Mamberti havia sido indicado na mesma premiação na mesma categoria pela peça O Jogo do poder.[50] Também peça Réveillon venceu a categoria 'melhor ator' do Prêmio Governador do Estado de SP, o Prêmio APCA – Teatro / Associação Paulista de Críticos de Arte - SP e da Revista Veja SP.[49]
Como diretor em 1982, recebeu o prêmio de 'Melhor espetáculo' pela sua peça Coração na Boca em premiação no Rio de Janeiro.[4] No ano de 1989 venceu a categoria de 'Melhor Ator Coadjuvante' pela novela Vale Tudo em que interpretou Eugênio.[51]
Já na década de 1990, em 1995, venceu o Prêmio Mambembe de 'melhor ator coadjuvante' pelo espetáculo Pérola.[52] No ano seguinte, venceu o Prêmio Sharp de 'melhor ator' também pela peça Pérola.[53] Em 1997, venceu o Prêmio APETESP de 'melhor ator' também por Pérola.[54]
No ano de 1998, venceu o Prêmio Internacional Lumière.[55][56] Também recebeu o prêmio 'Patrimônio de Bauru' realizado pelo município do interior do estado de São Paulo.[57]
Em 2008, recebeu o prêmio mais alto de nível cultural do país Ordem do Mérito Cultural (OMC).[58] No ano de 2018, recebeu o Grande Prêmio da Crítica APCA.[59]
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Referências
- «Comitê Nacional de Arte Brasileira (CNAB) elege sua primeira diretoria com gestão de 2009 a 2014 - Portal S4». 9 de maio de 2009. Consultado em 23 de novembro de 2024
- «Sérgio Mamberti comemora grande retorno à TV na pele de Dionísio Albuquerque». Gshow. 20 de fevereiro de 2013. Consultado em 2 de julho de 2023. Cópia arquivada em 2 de julho de 2023
- «Morre Sérgio Mamberti, protagonista de sólida carreira na cultura do Brasil». Folha de S.Paulo. 3 de setembro de 2021. Consultado em 2 de abril de 2025
- «Enciclopédia Itaú Cultural - Sérgio Mamberti». Itaú Cultural. 6 de setembro de 2021. Consultado em 3 de julho de 2023. Cópia arquivada em 3 de julho de 2023
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- Instituto Itaú Cultural. «Antígone América». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 16 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 3 de julho de 2023
- CAMPOS, Luiz (2021). Grupo Decisão - o grupo politico teatral paulistano que estava entre o Teatro de Arena e o Teatro Oficina. São Paulo: Paco (publicado em 1 de julho de 2021). 140 páginas. ISBN 978-6558404798
- Guim, Edu (28 de maio de 2017). «Sergio Mamberti diz que "Tudo começou em 2013"». Blog da Cidadania. Consultado em 16 de agosto de 2020
- «Folha de S.Paulo - Personalidade: Cláudio Mamberti morre em São Paulo aos 60 anos - 21/09/2001». Folha de S.Paulo. São Paulo. 21 de setembro de 2001. Consultado em 16 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 3 de julho de 2023
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Mordomo de Celina Junqueira (Natália Timberg), Eugênio (Sérgio Mamberti) era muito dedicado a família, em 'Vale Tudo', de 1988. Era o anjo da guarda de Helinha Roitman (Renata Sorrah), que sofria com o alcoolismo
- «A história do PT, por Sérgio Mamberti». Partido dos Trabalhadores. 11 de março de 2017. Consultado em 16 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 3 de julho de 2023
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