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Avenida da Boavista

avenida no Porto, Portugal Da Wikipédia, a enciclopédia livre

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A Avenida da Boavista é um arruamento que atravessa as freguesias de Cedofeita, Massarelos, Lordelo do Ouro, Ramalde, Aldoar e Nevogilde, da cidade do Porto, em Portugal. É a maior avenida da cidade e a segunda maior do país, apenas atrás da Avenida Infante Dom Henrique, em Lisboa, que conta com 12km de extensão.

Mais informação PORTO ...

Tem cerca de cinco mil e quinhentos metros de extensão, prolongando-se em linha recta desde o Hospital Militar do Porto até à Praça de Gonçalves Zarco, conhecida por Castelo do Queijo, designação popular do antigo forte de São Francisco Xavier, junto ao mar.

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Origem do nome

A Avenida da Boavista foi buscar o seu nome à Rua da Boavista que tem o seu início na Praça da República.

História

Foi aberta em meados do século XIX, mas o último tramo entre a Fonte da Moura e o mar só foi terminado em 1917.

Até meados do século XX a avenida era uma autêntica alameda com duas filas de frondosos plátanos que acabaram por ser sacrificados para facilitar o trânsito automóvel. Alterações recentes e pontualmente polémicas têm conferido um novo visual à avenida, em que resistem alguns exemplares de boa arquitectura, mas de onde desapareceram muitas árvores do separador central.

Nova centralidade económica e cultural da cidade do Porto, ao longo da avenida há de tudo, edifícios de escritórios, hotéis, zonas comerciais, zonas de habitação — muitas delas luxuosas —, passando também por uma zona comercial, onde há das lojas mais conceituadas da cidade e do país.

Sucessivas construções em altura e estabelecimentos comerciais, de certo modo, descaracterizaram o longo e nobre eixo de comunicação, enriquecido, entretanto, pela instalação do Parque da Cidade, uma vastíssima área lúdica e de lazer desportivo.

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Futuro

Em junho de 2017, foi anunciado que a recuperação da Avenida da Boavista entre o Parque da Cidade e a Avenida Antunes Guimarães (na zona da Fonte da Moura), vai custar 4,2 milhões de euros e deve começar em 2018, demorando dois anos. O presidente da autarquia, Rui Moreira, revelou ter tudo pronto para lançar o concurso da obra, que será candidatada a fundos comunitários e permitirá juntar 760 metros aos 2,5 quilómetros recuperados por tramos desde 2005.

O projeto do arquiteto Rui Mealha prevê uma otimização dos semáforos para melhorar a mobilidade, o reperfilamento e repavimentação, o alargamento dos passeios, mais de 200 árvores, mobiliário urbano e um separador central com percurso da água (fruto do desentubamento da ribeira de Aldoar), partilhado por peões e bicicletas.

Vão manter-se 23 árvores, designadamente as "seis magníficas tílias" e alguns plátanos existentes no início nascente do tramo. No total, aquele troço vai ter mais de 200 árvores, sobretudo carvalhos.[1]

Pontos de interesse

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Acessos

Galeria de fotos

Referências

Ligações externas

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