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A15 (autoestrada)
autoestrada de Portugal Da Wikipédia, a enciclopédia livre
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A A15 ou Autoestrada do Atlântico é uma autoestrada portuguesa, que liga a cidade de Santarém com a cidade de Caldas da Rainha, ligando a sub-região Lezíria do Tejo, localizada na Região do Alentejo, com a sub-região do Oeste, localizada na Região Centro, tendo uma extensão total de 40,2 km.
A A15 foi construída em duas fases. O primeiro lanço abriu em 1995: era ligação de 4 km entre o então IC1 (atual A8) em Caldas da Rainha e a N115 em A-dos-Negros/Gaeiras. Este lanço foi construído pela Junta Autónoma de Estradas e era considerado uma via rápida com perfil de autoestrada (sem portagens), estando numerado como IP6. Em setembro de 1996 o governo português avançou com o lançamento da concessão Oeste, uma concessão de 30 anos.[2] A futura concessionária ficaria incumbida de construir uma autoestrada com portagens entre A-dos-Negros/Gaeiras e Santarém e teria que assegurar a manutenção do troço que já existia (entre Caldas da Rainha e A-dos-Negros/Gaeiras), o qual seria integrado na nova autoestrada. A concessão permitia que fossem introduzidas portagens no troço que já existia (e noutras rodovias da região Oeste), o que gerou uma forte contestação na região, conhecida como a guerra das portagens no Oeste. Em inícios de 1998, o governo chegou a acordo com os contestatários: no que toca a A15, ficou acordado que o troço Caldas da Rainha–A-dos-Negros/Gaeiras não teria portagens para o tráfego local, ou seja para o tráfego que só percorresse esse troço.[3] A concessão Oeste foi atribuída à empresa Auto-estradas do Atlântico e o contrato de concessão foi assinado em dezembro de 1998. O troço de 36 km entre A-dos-Negros/Gaeiras e Santarém foi inaugurado em 9 de outubro de 2001, concluindo a construção da A15.
Como já se disse, a A15 está concessionada à Autoestradas do Atlântico, no contexto da concessão Oeste, uma concessão que termina em 2028. A A15 é uma autoestrada com portagens: entre A-dos-Negros e Santarém todo o tráfego paga portagens, enquanto que entre Caldas da Rainha e A-dos-Negros não há portagens para o tráfego local. Em 2018, um percurso entre Caldas da Rainha e Santarém custava €3,90 em classe 1.[4]
Desde a sua abertura que a A15 é uma autoestrada com pouco tráfego: em 2010 circularam em média 5 611 veículos por dia.[5]
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Estado dos troços
A concessão Oeste está atribuída à empresa Autoestradas do Atlântico. Esta concessão começou em 1998 e termina em 2028.
O troço Caldas da Rainha (A8)–A-dos-Negros/Gaeiras foi construído pela Junta Autónoma de Estradas (aberto em 1995) e foi mantido por esta agência governamental até à criação da concessão Oeste em 1998. Originalmente, este lanço não tinha numeração de autoestrada, estando sinalizado como IP6 em toda a sua extensão. Após a criação da concessão Oeste foi integrado na A15.
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Tráfego[7]
Saídas
Caldas da Rainha – Santarém
Áreas de serviço
Referências
- Relatório de Tráfego na Rede Nacional de Autoestradas – 4.º trimestre de 2017 (PDF) (Relatório). Instituto de Mobilidade e dos Transportes. Fevereiro de 2018. p. 6. Consultado em 18 de Maio de 2018
- «Comunicado do Conselho de Ministros de 24 de outubro de 1996». Governo de Portugal. 24 de outubro de 1996. Consultado em 6 de novembro de 2018
- Gomes, Francisco (8 de agosto de 2000). «Protestos das portagens podem regressar ao Oeste». Correio da Manhã. Consultado em 6 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 28 de maio de 2001
- «Portagens — 2018» (PDF). Automóvel Club de Portugal. Setembro de 2018. Consultado em 6 de novembro de 2018. Cópia arquivada (PDF) em 6 de novembro de 2018
- Relatório de Tráfego na Rede Nacional de Autoestradas – 2010 (PDF) (Relatório). Instituto de Mobilidade e dos Transportes. Fevereiro de 2018. p. 19 (do Anexo I). Consultado em 6 de novembro de 2018
- «Primeiro-ministro inaugura A15 com homenagem a trabalhadores acidentados». Público. 9 de Outubro de 2001. Consultado em 24 de Dezembro de 2016
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