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Vítor Manuel de Aguiar e Silva

professor catedrático e poeta português (1939-2022) Da Wikipédia, a enciclopédia livre

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Vítor Manuel Pires de Aguiar e Silva (Real, Penalva do Castelo, 15 de setembro de 1939[1]12 de setembro de 2022) foi um professor, investigador, escritor e poeta português.

Factos rápidos Nome completo, Nascimento ...
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Vida

Iniciou os estudos no Liceu Nacional de Viseu. Já na Universidade de Coimbra, concluiu o curso de Letras, licenciando-se em Filologia Românica. Após obter o seu doutoramento em Literatura Portuguesa, assumiu a carreira de professor na Faculdade de Letras da mesma universidade em 1979.

Professor da Universidade do Minho desde 1989, foi Professor Catedrático do Instituto de Letras e Ciências Humanas, fundou e dirigiu o Centro de Estudos Humanísticos e a revista Diacrítica. Desempenhou as funções de vice-reitor da Universidade, de junho de 1990 a julho de 2002, quando se aposentou.[1][2]

Participou na proposta de criação do Instituto Camões, como coordenador do grupo de trabalho. Também coordenou a Comissão Nacional de Língua Portuguesa (CNALP), tendo ainda sido membro do Conselho Nacional de Cultura.[2]

Foi um dos eminentes professores signatários da Petição em Defesa da Língua Portuguesa Contra o Acordo Ortográfico, que desde 2 de maio de 2008 recolheu mais de 128 000 assinaturas.

Morreu a 12 de setembro de 2022 aos 82 anos, segundo anunciou a Universidade do Minho.

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Prémios e distinções

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Obras

  • Para uma interpretação do classicismo (1962);
  • O teatro de actualidade no romantismo português: 1849-1875 (1965);
  • Teoria da literatura (1967);
  • Notas sobre o cânone da lírica camoniana (1968);
  • Maneirismo e barroco na poesia lírica portuguesa (1971);
  • O significado do episódio da Ilha dos Amores na estrutura de Os Lusíadas (1972);
  • A oposição democrática e sua ideologia totalitária: discurso proferido na sessão de esclarecimento dos eleitores e apresentação dos candidatos a deputados pela A.N.P., que teve lugar na Figueira da Foz, em 16 de Outubro de 1973 (1973);
  • Reforma do sistema educativo (1973);
  • A estrutura do romance (1974);
  • Competência linguística e competência literária: sobre a possibilidade de uma poética gerativa (1977);
  • Crítica de Livros: teoria literária (1977);
  • Fialho de Almeida e o problema sociocultural do francesismo (1983);
  • Teoria e metodologia literárias (1990);
  • Imaginação e pensamentos utópicos no episódio da "Ilha dos Amores" (1988);
  • Maria Alice Nobre Gouveia: 1927-1988 (1991);
  • Camões: labirintos e fascínios (1994);
  • A lira dourada e a tuba canora : novos ensaios camonianos (2008);
  • Jorge de Sena e Camões: trinta anos de amor e melancolia (2009);
  • As humanidades, os estudos culturais, o ensino da literatura e a política da língua portuguesa (2010);
  • Dicionário de Luís de Camões (2011).

Referências

  1. «Vítor Aguiar e Silva homenageado em Penalva e Viseu». RTP. 10 de novembro de 2006. Consultado em 28 de maio de 2008. Arquivado do original em 3 de março de 2016
  2. «Entidades Nacionais Agraciadas com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Vítor Manuel de Aguiar e Silva". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 19 de agosto de 2024
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