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Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América

plataforma de cooperação internacional baseada na ideia da integração social, política e econômica entre os países da América Latina e do Caribe Da Wikipédia, a enciclopédia livre

Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América
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 Nota: Para a câmara dos deputados baiana, veja Assembleia Legislativa da Bahia. Para outros significados para a sigla ALBA, veja Alba.

A Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América — Tratado de Comércio dos Povos (em castelhano: Alianza Bolivariana para los Pueblos de Nuestra América — Tratado de Comercio de los Pueblos), ou simplesmente ALBA e anteriormente Alternativa Bolivariana para as Américas,[3] é uma plataforma de cooperação internacional baseada na ideia da integração social, política e econômica entre os países da América Latina e do Caribe.

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Fortemente baseada na cooperação latino-americana em que visa a redução de desigualdades sociais, e ao contrário de acordos de comércio livre como a Área de Livre Comércio das Américas (ou ALCA, uma proposta de mercado comum para as Américas que foi defendida pelos Estados Unidos durante a década de 1990), a ALBA-TCP representa uma tentativa de integração econômica regional que não se baseia essencialmente na liberalização comercial, mas em uma visão de bem-estar social e de mútuo auxílio econômico. Os países membros da ALBA-TCP discutem a introdução de uma nova moeda regional, o SUCRE.[2] Em 24 de junho de 2009, o bloco foi rebatizado para Aliança Bolivariana para as Américas, em substituição ao Alternativa original.[3]

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História

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Perspectiva

Foi constituída na cidade de Havana, capital de Cuba, em 14 de dezembro de 2004, como um acordo entre Venezuela e Cuba, tendo as assinaturas dos presidentes de ambos países na época, Hugo Chávez e Fidel Castro.[1] Este início deu-se pela colaboração de Cuba ao enviar médicos para ajudar no território venezuelano e pela colaboração da Venezuela ao abastecer Cuba com seu petróleo.

Em 29 de abril de 2006, a Bolívia (tendo Evo Morales como seu presidente) somou-se ao grupo a partir do Tratado de Comércio dos Povos, termo que foi acrescentado ao nome oficial do bloco, que resultou na sigla ALBA-TCP. Em 2019, após um golpe de estado forçar a renúncia de Evo Morales, a ministra interina das Relações Exteriores da Bolívia, Karen Longaric, confirmou, junto com a Ministra Interina das Comunicações, Roxana Lizárraga, que a Bolívia saiu da ALBA.[4][5][6] Bolívia retornou em 2020 para a aliança, depois de uma transição de governos.[7]

O Equador aderiu ao bloco em junho de 2009, então sob a presidência de Rafael Correa. Venezuela e Equador fizeram o primeiro acordo comercial bilateral usando o Sucre, em vez do dólar americano, em 6 de julho de 2010.[8] O Suriname foi admitido na ALBA como país convidado em uma cúpula de fevereiro de 2012.[9]

Em 23 de agosto de 2018, o chanceler José Valencia, informou que o Equador se retirou oficialmente da ALBA, justificando esta situação com uma posição bastante crítica contra o manejo da situação humanitária e a aparente indiferença que o governo da Venezuela tem mostrado perante o êxodo histórico dos venezuelanos para Colômbia, Equador, Perú, Chile e Brasil.[10] [11] [12]

Atualmente a ALBA-TCP é composta por sete países, dos quais alguns possuem governos de cunho socialista. Além de Venezuela e Cuba, permanecem no bloco: Nicarágua, Bolívia, Dominica, Antigua e Barbuda e São Vicente e Granadinas.[3][13]

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Membros

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Alliance bolivarienne pour les Amériques
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Ver também

Referências

  1. Alba: caminho real para a integração Arquivado em 31 de outubro de 2009, no Wayback Machine. - Agência IPI, 27 de Dezembro de 2004
  2. «Venezuela Pays for First ALBA Trade with Ecuador in New Regional Currency». Venezuelanalysis.com (em inglês). 7 de julho de 2010. Consultado em 19 de julho de 2022
  3. DECLARACIÓN DE LA VI CUMBRE EXTRAORDINARIA DEL ALBA – TCP Arquivado em 20 de novembro de 2009, no Wayback Machine. - Site Oficial da ALBA-TCP, 24 de junho de 2009
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Ligações externas

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