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Björk
cantora, compositora, produtora musical, atriz e ativista islandesa (nascida em 1965) Da Wikipédia, a enciclopédia livre
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Björk Guðmundsdóttir (em islandês PRONÚNCIA; Reykjavík, 21 de novembro de 1965), conhecida simplesmente por Björk (PRONÚNCIA), é uma cantora, compositora, produtora musical e atriz islandesa.[1][2] Ganhou fama na década de 1990, com seu álbum Debut (1993). Notável por sua voz distinta e personalidade excêntrica, Björk desenvolveu um estilo musical único, que vai de rock, jazz, música eletrônica, clássica e folclórica.[3] Björk também tem uma forte relação com a cultura brasileira, desde uma música que fez em homenagem a Elis Regina, até parcerias musicais com artistas brasileiros como, Milton Nascimento.[4] Ela é uma das pioneiras da música eletrônica e experimental. Com mais de 40 milhões de discos vendidos em todo o mundo, Björk é uma das artistas alternativas mais vendidas de todos os tempos.[5]
Com seus trabalhos aclamados pela crítica,[6] Björk já venceu o Polar Music Prize[7] (conhecido como o "Prêmio Nobel da Música"), 5 BRIT Awards, e 4 MTV Video Music Awards. Além disso, ela foi indicada a 16 prêmios Grammy,[8] 1 Oscar e 2 Globos de Ouro. Por sua atuação no filme, Dançando no Escuro (2000), ela ganhou o Prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes de 2000.[9] Ela também foi condecorada pelo governo da Islândia com um Order of the Falcon.[10]
Björk foi classificada na 36ª posição na lista das "As 100 Maiores Mulheres do Rock and Roll" do VH1.[11] e 8ª posição na lista da MTV das "22 Melhores Vozes da Música".[12] A Rolling Stone, a classificou em 64ª lugar em sua lista das "200 maiores cantoras de todos os tempos"[13] e em 81ª lugar na lista de "maiores compositores de todos os tempos".[14] Uma exposição dedicada a carreira de Björk foi realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York em 2015.[15]
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Biografia
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Perspectiva
1965–1978: Inicio de Vida e Primeiro Álbum
Björk nasceu e foi criada em Reykjavik, capital da Islândia. Seu pai, Guðmundur Gunnarsson, é um eletricista e líder sindical, que ficou nacionalmente conhecido antes da sua filha se tornar famosa,[16] e sua mãe, Hildur Rúna Hauksdóttir (7 de outubro de 1946 - 25 de outubro de 2018),[17] era uma homeopata e ativista ambiental,[18] que em 2011, fez greve de fome em protesto contra a construção de uma hidrelétrica no país.[19] Seus pais divorciaram-se quando Björk era criança e ela passou a juventude morando com a mãe, o padrasto e os meio irmãos. Aos seis anos, Björk começou a estudar piano clássico e flauta.[20]
Após um recital escolar em que Björk cantou "I Love to Love" de Tina Charles, seus professores enviaram uma gravação dela cantando a música para a estação de rádio RÚV, que na época era a única estação de rádio da Islândia. A gravação foi transmitida nacionalmente e, após ouvi-la, um representante da gravadora Fálkinn ofereceu a Björk um contrato de gravação. Seu disco de estreia, Björk, foi gravado quando ela tinha 11 anos e foi lançado na Islândia em dezembro de 1977.[21][22]
1979–1985: Bandas
Após a difusão do punk rock na Islândia, Björk formou uma banda feminina chamada, Spit and Snot. Com o passar do tempo, ela vê que o estilo já não a inspirava muito, e em 1980, ela formou um grupo de jazz, Exodus, que não dura muito. Jam-80 seria o seu próximo grupo na sua fase experimental, que lhe rendeu uma turnê. Em 1981, ela e o baixista Jakob Magnússon formaram outro grupo, Tappi Tíkarrass, e lançaram o EP Bitið fast í vitið ("Bite Hard Into the Mind"), em agosto de 1982. Seu único álbum, Miranda, foi lançado em dezembro de 1983. Nessa época, Björk conheceu o guitarrista Þór (Thor) Eldon e o grupo surrealista Medusa, que também incluía o poeta Sjón, com quem ela iniciou uma colaboração para toda a vida e formou mais um grupo, Rokka Rokka Drum.[23]
Quando o programa de rádio Áfangar, foi cancelado, os apresentadores, Ásmundur Jónsson e Guðni Rúnar, solicitaram músicos para tocar no último programa. Então, Björk se juntou a Einar Melax (do Fan Houtens Kókó), Einar Örn Benediktsson (do Purrkur Pillnikk), Guðlaugur Kristinn Óttarsson e Sigtryggur Baldursson (do Þeyr) e Birgir Mogensen (do Spilafífl) para se apresentar no concerto. O grupo desenvolveu um som de rock gótico, e durante essa experiência, Björk começou a desenvolver sua vocalização pontuada por uivos e gritos.Eles decidiram continuar tocando juntos como uma banda, usando o nome KUKL ("Feitiçaria"). O grupo lançou seu primeiro single em 1983. Após se apresentarem em um festival na Islândia, a gravadora Crass Records, ofereceu à banda um contrato de gravação. O álbum The Eye, foi lançado em 1984, seguido por uma turnê de dois meses pela Europa. Durante este período, Björk publicou um livro de poemas coloridos à mão. Um Úrnat frá Björk.[24][25]
1986–1992: The Sugarcubes e Estreia como Atriz
O segundo álbum do Kukl, Holidays in Europe (The Naughty Nought), foi lançado em 1986. A banda se separou devido a conflitos pessoais, com Björk mantendo uma colaboração com Guðlaugur, que foi chamada de Elgar Sisters. Algumas das músicas que gravaram acabaram como lado B dos singles solo de Björk.[26] Björk também teve seu primeiro papel como atriz em Juniper Tree (filmado em 1986, lançado em 1990), um conto de bruxaria baseado na história dos Irmãos Grimm com o mesmo nome. Björk desempenhado o papel de Margit, uma menina cuja mãe foi morta por praticar bruxaria.[27]
Após o nascimento de seu primeiro filho, em 1986, Björk começa sua trilha experimental com a banda The Sugarcubes, o estilo e irreverência da banda conquistariam o selo independente inglês One Little Indian. O primeiro single da banda "Ammæli" ou (Birthday, em inglês) foi lançado em 1987, chamando a atenção da crítica da música Alternativa. O primeiro álbum do The Sugarcubes, chamado, Life’s Too Good, foi lançado em 1988. Na época, a banda criou um selo e editora intitulado, Smekkleysa, com o intuito de gravar outras bandas e publicar poesias, tanto de artistas da Islândia como de fora. O segundo álbum da banda, Here, Today, Tomorrow, Next Week!, lançado em 1989, não repercutiu tanto como o anterior. Em 1990, Björk participou da a gravação de Gling-Gló, com o trio tradicional de jazz da Islândia, Trio Guðmundar Ingólfssonar. Ela também contribuiu com os vocais para o álbum ex:el do 808 State, com quem ela cultivou seu interesse em house music. Ela contribuiu com os vocais nas músicas "Qmart" e em "Ooops", que foi lançado como single no Reino Unido em 1991. Neste ponto, Björk decidiu deixar a banda e se mudar para Londres, para seguir carreira solo, mas seu contrato incluía a produção de um último álbum, Stick Around for Joy (1992), com uma turnê promocional subsequente, que ela concordou em fazer. Ela ainda participou de duas faixas da trilha sonora do filme irlandes Remote Control (1992).
1993–1996: Debut e Post
Lançado em 5 de julho de 1993, seu álbum solo Debut,[28] co-produzido por Nellee Hooper, se destaca como um dos principais álbuns de trip-hop que iniciaram o movimento. O single “Human Behaviour”, uma faixa dançante com um ritmo de guitarra sampleado do cantor e compositor brasileiro, Antônio Carlos Jobim, tornou-se seu primeiro hit internacional, alcançando o terceiro lugar na parada de singles do Reino Unido. Seu videoclipe dirigido por Michel Gondry, fez sucesso na programação da MTV, e recebeu seis indicações ao MTV Video Music Awards de 1994,[29] e uma de Melhor Vídeo no Grammy de 1994.[30] Seguindo na mesma linhagem "Big Time Sensuality" também fez sucesso. “Play Dead”, feita para a trilha sonora do filme The Young Americans (1993), acabou sendo incluída nas reedições de Debut, na Europa e Japão. O álbum ganhou disco de platina nos Estados Unidos[31] e trouxe a Björk o reconhecimento do público e da crítica.
No Brit Awards de 1994, Björk ganhou os prêmios de Melhor Artista Feminina Internacional e Melhor Revelação Internacional.[32] Em setembro de 1994, Björk lançou The Best Mixes from the Debut (For All the People Who Don't Buy White Labels),[33] uma compilação de remixes que apoiava o uso das White-labels (Gravadoras Independentes, do inglês, etiqueta-branca ou selo-branco). No mesmo ano, ela compôs "Bedtime Story", faixa do sexto álbum da cantora Madonna, Bedtime Stories.[34][35] Björk também teve um papel não creditado, como modelo de passarela, no filme Prêt-à-Porter (1994). Durante 1994, Björk entra em estúdio novamente com Nellee Hooper, e mais alguns produtores como Tricky e o produtor de música eletrônica Howie B., para a produção de seu próximo álbum, Post.
Lançado em 13 de junho de 1995, Post,[36] trouxe elementos que acabam tornando-o um álbum de vanguarda. A mistura de jazz, música eletrônica, e ainda caminhando pelo rumo do trip-hop, rendeu a Björk mais um trabalho aclamado pela critica. Os singles do álbum, "Army of Me" e "It's Oh So Quiet", se tornaram um dos maiores hits de sua carreira. "Army of Me" entrou no top 10 britânico, "Isobel", segundo single do álbum, e a segunda parte da trilogia começada por "Human Behaviour", do Debut, e "I Miss You" dão um tom especial a este álbum. Post foi um sucesso comercial e vendeu mais de 3 milhões de cópias, sendo certificado como platina nos EUA.[37] Ainda em 1995, ela ganhou um MTV Europe Music Awards, de Melhor Artista Feminina.[38] O videoclipe de "It's Oh So Quiet", recebeu seis indicações no MTV Video Music Awards de 1996, e venceu o prêmio de Melhor Coreografia em um Vídeo.[39] Ela divulgou o álbum com a Post Tour, que passou pelo Brasil em outubro de 1996. Em 2003, o álbum ficou 373ª posição na lista da revista Rolling Stone dos "500 melhores álbuns de todos os tempos".[40] Também ficou na 7ª posição da lista "90 Álbuns dos Anos 90" da revista Spin,[41] e esta na lista dos "Melhores Álbuns dos Anos 90" da Pitchfork, na 21ª posição.[42]
1997–2000: Homogenic, Dancer in the Dark e Selmasongs

Lançado em 20 de setembro de 1997, o álbum Homogenic,[43] que começou a ser produzido em sua casa em Londres , mas foi interrompido após ela sofrer a uma tentativa de assassinato por um perseguidor; Procurando um lugar seguro, Björk se mudou para uma casa no sul da Espanha, onde finalizou álbum. Ela trabalhou novamente com Howie B, e com os produtores Mark Bell, e o brasileiro Eumir Deodato. Segundo Björk, o álbum chama-se Homogenic devido a todas canções serem similares, homogêneas.[44] A união de elementos "high-tech" e cordas traduzem a melancolia e introspecção de sua vida e sua terra natal, com vulcões, terremotos e luzes das cidades, ficando bem evidente em seu primeiro videoclipe da canção "Jóga", dirigido por Michel Gondry, cheias de paisagens islandesas e terminando no coração da cantora. A arte da capa, ficou a cargo do designer Paul White, do fotógrafo inglês Nick Knight e do estilista Alexander McQueen (que também dirigiu o videoclipe de "Alarm Call"), trazendo Björk como uma "gueixa futurística".
Homogenic recebeu ampla aclamação da crítica.[45] Liderou a parada de álbuns da Irlanda, chegou ao número 28 na Billboard 200 e ao número 4 na parada de álbuns do Reino Unido. Além de "Jóga", o álbum produziu os singles: "Bachelorette" (cujo clipe venceu um MTV VMAs em 1998),[46] "Hunter", "Alarm Call" e "All Is Full of Love" (cujo clipe venceu dois MTV ViMAs em 2000).[47] Foi promovido com a turnê Homogenic, que ficou na estrada de 1997 até 1999; Ela retornou ao Brasil com essa turnê em agosto de 1998, onde conheceu o cantor Milton Nascimento. Homogenic esta na lista dos "Melhores Álbuns dos Anos 90" da Pitchfork, na 20ª posição.[42]
Em 1998, Björk foi convidada a escrever e produzir a trilha sonora do filme, Dancer in the Dark, um drama musical sobre uma imigrante tcheca chamada Selma, que se muda para os Estados Unidos com seu filho de 12 anos, para trabalhar em uma fábrica, porém, ela está perdendo a visão.[48] Após escutar a trilha sonora, o diretor do filme, Lars von Trier, pediu que ela considerasse fazer o papel de Selma, convencendo-a de que a única maneira verdadeira de capturar a personagem Selma, era ter o compositor da música interpretando a personagem; Ela aceitou e as filmagens começaram no início de 1999.[49] O filme estreou em 2000, no 53º Festival de Cannes. Foi aclamado pela critica e recebeu o Palma de Ouro, e Björk recebeu o Prêmio Melhor Atriz por seu papel. Björk relatou que as filmagens foram tão fisicamente e emocionalmente cansativas que ela jurou nunca fazer isso novamente.[50][51] A trilha do filme foi lançada com o título de Selmasongs, e apresenta um dueto com Thom Yorke do Radiohead, intitulado "I've seen it All", que foi nomeado a um Oscar de Melhor Canção Original em 2001, ocasião onde Björk usou o seu icônico "vestido de cisne". O vestido foi leiloado no e-Bay, para financiar obras de caridade.[52]
2001–2002: Vespertine, Family Tree, Grestest Hits e Live Box

Em 27 de agosto de 2001, Björk lançou o álbum, Vespertine,[53] que trouxe o som experimental de Matmos, DJ Thomas Knak, e a harpista Zeena Parkins. Fontes líricas incluem as obras do poeta americano EE Cummings, o cineasta independente americano Harmony Korine e a dramaturga inglesa Sarah Kane. Vespertine gerou três singles: "Hidden Place", "Pagan Poetry" e "Cocoon". Björk causou controvérsia com o videoclipe de "Pagan Poetry", que mostra os mamilos de Björk, bem como a distorção de imagens de atos sexuais, que incluem penetração vaginal e sexo oral. Como resultado, o clipe foi censurado pela MTV. Em 2002, ele foi exibido pela primeira vez sem censura, no especial do MTV2, intitulado "Os clipes mais controversos".[54] O clipe de "Cocoon", dirigido pelo artista japonês Eiko Ishioka, trouxe Björk nua (na verdade ela estava usando um bodysuit), e também acabou sendo censurado pela MTV.[55] Para coincidir com o lançamento do álbum, um livro de mesa de centro homônimo de prosa solta e fotografias foi publicado.[56] Vespertine vendeu dois milhões de cópias mundialmente, até o final de 2001. Björk embarcou em uma turnê de teatros e óperas na Europa e na América do Norte, acompanhado pelos músicos Matmos, Zeena Parkins e um coral da Gronelândia.[57]
Ainda em 2002, foi lançado o Box Set Family Tree, contendo uma retrospectiva da carreira de Björk, que inclui muitas versões diferentes de composições suas, incluindo o seu trabalho com o Quarteto Brodsky. Também foi lançado seu álbum Greatest Hits, uma retrospectiva dos últimos 10 anos de sua carreira solo com as músicas escolhidas pelos fãs através de uma enquete em seu site. Uma edição em DVD do CD também foi liberado, pois continha todos os clipes até certo ponto. O single da coletânea, "It’s in Our Hands", alcançou a posição #37 no Reino Unido. O clipe foi dirigido por Spike Jonze. Ela também foi convidada para gravar "Gollum's Song" para o filme O Senhor dos Anéis: As Duas Torres, mas recusou o convite, pois estava grávida. Em 2003, foi lançada uma caixa chamada Live Box, composta de quatro CDs com gravações ao vivo de seus álbuns anteriores (Debut, Post, Homogenic e Vespertine) e um DVD com um clipe de uma faixa de cada CD. Cada um dos quatro CDs foram posteriormente lançados separadamente por um preço reduzido.
2004–2006: Medúlla, (______surrounded): e Drawing Restraint #9

Em 31 de agosto de 2004, Björk lança o álbum Medúlla.[58] Durante a produção, Björk decidiu que o álbum seria inteiramente de vocais de base. No entanto, este plano inicial não se materializou exatamente dessa forma, como a maioria dos sons do álbum são, na verdade, criada por vocalistas (embora muitas vezes estes sons são eletronicamente distorcidos). Em 13 de agosto de 2004, Björk se apresentou com a canção "Oceania" na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 2004, em Atenas, Grécia. Enquanto cantava, seu vestido se abriu lentamente para revelar um mapa-múndi de 900 m², que ela deixou fluir sobre todos os atletas olímpicos.[59] A canção "Oceania" foi escrita especialmente para a ocasião, e teve participação de Shlomo, um beatboxer de Leeds, e um coro. Uma versão alternativa da música com os vocais adicionais da cantora Kelis, se tonou um Lado B do single de "Who Is It", e chegou a 26ª posição no Reino Unido. Este single foi seguido por "Triumph of a Heart", que chegou a 31ª posição na mesma parada. Um vídeo de "Where Is the Line", foi filmado em colaboração com a artista islandesa Gabriela Fridriksdóttir, no final de 2004, e foi lançado exclusivamente no DVD Medúlla Videos.
Em 2 de julho de 2005, Björk participou da série de shows Live 8, liderando o show no Japão.[60][61] Ela também colaborou com a trilha sonora do filme Drawing Restraint #9, dirigido por seu companheiro, Matthew Barney; A trilha sonora foi lançada em 25 de julho de 2005.[62] Na mesma época, o diretor Michel Gondry, convidou Björk para ser a estrela principal de seu filme, The Science of Sleep, mas ela recusou.[63] Björk foi indicada novamente ao BRIT Awards de Melhor Artista Solo Feminina Internacional e ganhou ao Prémio Inspiração no Anual Q Magazine Awards, em outubro de 2005, aceitando o prémio com Robert Wyatt, com quem ela colaborou no álbum Medulla.
Em 2006, Björk remasterizou seus primeiros três álbuns solo (Debut, Post, Homogenic) e suas duas trilhas sonoras (Drawing Restraint #9 e Selmasongs), em som surround 5.1 para o lançamento de um novo box-set, intitulado (______surrounded):, que foi lançado em 27 de junho. Vespertine e Medúlla já estavam disponíveis no ponto 5.1, como DVD-A ou SACD, mas também estão incluídas na caixa. A antiga banda de Björk, The Sugarcubes, se reúne para uma noite únca em Reykjavík, em 17 de novembro de 2006; Os lucros do concerto foram doados à antiga produtora da banda, Smekkleysa, que segundo ela vai "continuar a trabalhar sobre uma base não lucrativa para o futuro melhoramento da música islandesa".
2007–2010: Volta e Voltaïc

Seu sexto álbum de estúdio, Volta, foi lançado em 1º de maio de 2007; Foi escrito e produzido pela própria Björk e os produtores Timbaland, Antony Hegarty e Sjón. Volta estreou no número nove na Billboard 200, tornando-se seu primeiro Top 10 nos EUA, com 43.000 cópias vendidas na primeira semana. No Reino Unido, alcançou o número sete, com 20.456 unidades vendidas. O primeiro single do álbum, "Earth Intruders", foi lançado em 9 de abril de 2007, e se tornou sua segunda entrada na Billboard Hot 100, na 84ª posição.[64] A música também atingiu o número 75 na Billboard Pop Airplay.[65] Em 21 de abril de 2007, Björk apareceu como convidada musical no programa Saturday Night Live, onde tocou as músicas 'Terra Intruders' e 'Wanderlust'.[66] O segundo single, "Innocence", foi lançado em 23 de julho, junto de seu videoclipe que foi escolhido em um concurso realizado através de seu website oficial. "Declare Independence" foi lançado em 1º de janeiro de 2008, em um pacote super deluxe incluindo dois vinis de 12", um CD e um DVD com o videoclipe da faixa. "Wanderlust" foi posteriormente lançado em um formato semelhante. O quinto single lançado foi " The Dull Flame of Desire". Ainda em 2008, Björk anunciou uma música nova, "Náttúra", composta para incentivar a preservação dos recursos naturais na Islândia; A música conta com vocais de apoio do cantor Thom Yorke.[67]
Entre 2008 e 2009, Björk fez uma turnê mundial de 18 meses, participando de muitos festivais; Com essa turnê ela retornou para a América Latina depois de nove anos, realizando shows no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba,[68] Guadalajara, Bogotá, Lima, Santiago e Buenos Aires. Em 23 de junho de 2009, ela lançou o álbum, Voltaïc, uma compilação de trabalhos feitos durante a Volta Tour entre 2007 e 2008. O clipe de "Wanderlust", venceu três UK Music Video Awards em 2008, incluindo o de Vídeo do Ano.[69] No MTV Video Music Awards de 2009, o clipe de "Human Behaviour" voltou a ser indicado, na categoria de Melhor Vídeo (que deveria ter ganho um Moonman).[70]
2011–2016: Biophilia e Vulnicura

Lançado em 5 de outubro de 2011, Biophilia, foi anunciado como o primeiro "álbum de aplicativo",[71] um projeto multimídia lançado junto com uma série de aplicativos de 10 aplicativos, produzidos para o iPad da Apple, que ligam os temas do álbum.[72] Björk descreveu o projeto como uma espécie de ópera instrumental etérea.[73] O título é uma representação do senso de conexão com a natureza e outras formas de vida. Durante seu desenvolvimento, Björk cantou algumas canções do álbum no Festival Internacional de Manchester.[74] O álbum recebeu aclamação da crítica e foi nomeado um dos melhores álbuns de 2011 por diversas publicações. "Crystalline", foi lançado como single principal em 28 de junho de 2011, acompanhado por seu videoclipe.[75] Foi seguido pelos singles "Cosmogony", "Virus" e "Moon". Também fazia parte do projeto o programa educacional Biophilia, criado por Björk, que consistia em workshops para crianças de 10 a 12 anos, que exploravam a intersecção entre música e ciência. O Conselho Municipal de Educação de Reykjavík levou o programa a todas as escolas da cidade durante os três anos seguintes.[76] Biophilia estreou na posição 27 da Billboard 200, com 15.000 cópias vendidas na primeira semana. O álbum também estreou no topo da parada Dance/Electronic Albums.[77] Ela promoveu o álbum com a turnê Biophilia, que percorreu o mundo durante dois anos.
Em em 19 de novembro de 2012, Björk lançou seu o álbum de remixes, Bastards, que apresenta os remixes das faixas do Biophilia.[78] Björk apareceu no Webby Awards de 2012, para receber o prêmio de Artista Webby do Ano.[79] Biophilia recebeu duas indicações no Grammy de 2013, para Melhor Álbum Alternativo e Melhor Pacote de Gravação, vencendo o último, porém prêmio foi para os diretores de arte, M/M Paris, e não para a Björk.[80] A gravação do álbum foi documentada e lançada no filme "When Björk Met Attenborough" de 2013, e um registro da turnê intitulado, "Biophilia Live ", foi lançado nos cinemas em 2014.[81][82] Em 2014, os aplicativos foram os primeiros a serem introduzidos na coleção permanente do Museu de Arte Moderna em Nova Iorque.[83]
Em 13 de janeiro de 2015, Björk anunciou que seu nono álbum,Vulnicura, estava para ser lançado[84] e foi surpreendida quando em 17 de janeiro, todas as músicas vazaram na internet,[85][86] o que levou a uma antecipação do lançamento para o dia 20 de janeiro de 2015, quando o álbum foi disponibilizado no iTunes.[87] O álbum foi produzido e co-escrito em parceria com a venezuelana Alejandra Ghersi, conhecida como Arca, e com o inglês Bobby Krlic, conhecido como The Haxan Cloak. O melancólico álbum contém 9 faixas, 7 contendo uma duração extensa de 6 a 10 minutos. As letras relatam tanto o processo do fim do namoro de Björk com Matthew Barney.[88] O MoMA de Nova York sediou uma exposição que narrou a carreira de Björk de Debut a Biophilia, de 8 de março a 7 de junho de 2015.[89]
2017–2021: Utopia
Lançado em 24 de novembro de 2017, Utopia, é o décimo álbum de estúdio solo de Björk e o mais longo, tendo 71 minutos e 38 segundos ao longo de 14 faixas.[90] Para a produção do álbum, Björk novamente colaborou com Arca. Utopia tem um conceito oposto ao de seu antecessor, o Vulnicura. A própria Björk disse que Utopia é "o paraíso", enquanto Vulnicura é "o inferno",[91] e o site de crítica musical Pitchfork, anunciou que "Björk está cheia de amor novamente".[92] Ela descreveu o trabalho como seu "álbum Tinder" e declarou que "é sobre essa procura (pela utopia) e também estar apaixonado."[93] Utopia foi indicado ao prêmio de Melhor Álbum de Música Alternativa no Grammy Awards de 2018, tornando-se sua décima quinta indicação ao Grammy.
Em 12 de novembro de 2018, Björk anunciou uma nova turnê intitulada, Cornucopia. Ela declarou que o show é "onde o acústico e o digital apertam as mãos."[94] A turnê deu início em maio de 2019, no centro cultural The Shed, em Nova York, e foi descrito pela artista como "o show mais elaborado até agora".[95] A residência se estendeu até o México e a Europa no mesmo ano.[96][97] Durante a turnê, ela lançou clipes para "Tabula Rasa" e "Losss", ambos dirigidos por Tobias Gremmler e usados como visuais da turnê.[98][99]
Em 16 de agosto de 2019, Björk anunciou o lançamento do Utopia Bird Call Boxset, um box set que celebra o fim da era do Utopia que contém 14 flautas de madeira esculpidas à mão que imitam vários cantos de pássaros e um pendrive que traz o álbum em formato digital, clipes e remixes, bem como uma faixa instrumental inédita, "Arpegggio".[100] Björk fez uma participação surpresa durante Mutant;Faith, durante a performance do Arca, para estrear "Afterwards", uma nova colaboração na qual a artista canta em espanhol.[101] A música foi inclusa no quarto álbum do Arca, KiCk i, lançado em 26 de junho de 2020.[102] Em agosto de 2020, Björk entrou para o elenco de The Northman, filme de Robert Eggers, co-escrito com Sjón, juntamente com sua filha Ísadóra.[103] Em 2020, Björk embarcou na turnê, Orkestral Tour, na qual ela executou arranjos orquestrais de suas músicas.[104] Devido à pandemia de COVID-19, a turnê foi adiada várias vezes.[105]
2022–presente: Fossora e Cornucopia
Seu décimo álbum de estúdio, Fossora, foi lançado em 30 de setembro de 2022.[106] Foi apoiado por quatro singles: "Atopos", "Ovule", "Ancestress" e a faixa-título do álbum. Também em setembro de 2022, Björk lançou o podcast, Björk: Sonic Symbolism, onde ela "discute as texturas, timbres e paisagens emocionais de cada um de seus álbuns" com seus amigos, o escritor Oddný Eir e o musicólogo Ásmundur Jónsson.[107][108] Em novembro de 2022, a Orkestral Tour, passou pelo Brasil, com um show em São Paulo.[109][110]
Fossora, foi indicado ao Grammy de 2023 para "Melhor Álbum de Música Alternativa".[111] Em 21 de novembro de 2023, Björk lançou o single "Oral", com participação de Rosalía.[112] Os lucros desta música foram doados à Aegis, uma organização ambiental que Björk fundou com outros ativistas islandeses para impedir a piscicultura intensiva que está destruindo os fiordes, degradando os ecossistemas locais.[113] Em 2024, Björk apareceu na capa de abriil da Vogue Escandinávia, sua primeira capa da Vogue.[114][115] Em outubro, uma espécie de borboleta grande recém-descoberta foi nomeada Pterourus bjorkae, em homenagem a Björk.[116][117]
Em 24 de janeiro de 2025, foi lançado na Apple TV+, Cornucopia,[118] um filme concerto com uma apresentação de Björk realizada em Lisboa, durante a última etapa da turnê Cornucopia;[119][120] Uma versão mais longa recebeu um lançamento nos cinemas em 7 de maio.[121][122][123] Junto com o filme, Björk lançou um álbum ao vivo com as performances do show, intitulado, Apple Music Live: Björk (Cornucopia), disponível exclusivamente na Apple Music.[124]
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Vida Pessoal
Resumir
Perspectiva
Relacionamentos e Família
Björk foi brevemente casada com o guitarrista do Sugarcubes, Þór Eldon. Eles tiveram um filho, Sindri Eldon Þórsson, nascido em 8 de junho de 1986. Eles se divorciaram antes do final de 1986, mas continuaram a trabalhar juntos na banda.[125] Sindri tem um filho, tornando Björk avó.[126] No final da década de 1990, Björk morava em Nova York, onde conheceu o artista Matthew Barney. O casal começou a viver junto, mudando-se para Brooklyn Heights em 2000.[127] Sua filha Ísadóra Bjarkardóttir Barney, nasceu em 2002.[128] O casal se separou em 2013.[129][130]
Sobre sua sexualidade, em uma entrevista de 2004, ela declarou: "Acho que todo mundo é bissexual em algum grau; é apenas uma questão de você escolher reconhecer e abraçar isso."[131]
Ativismo
Björk apoia fortemente grupos de libertação, incluindo o apoio à independência do Kosovo.[132] Ela dedicou sua canção "Declare Independence" para o povo do Kosovo durante um show no Japão, e o show que ela faria no Sérvia 's Exit Festival foi cancelado. Em 2008, Björk causou mais uma controvérsia após ter dedicado "Declare Independence" para o Tibete, durante um concerto em Xangai, gritando "Tibete! Tibete!" durante a canção; Como resultado, os próximos concertos que ela faria no país foram cancelados a pedido do Ministério da Cultura da China, afirmando que Björk "violou a lei chinesa".[133] Em novembro de 2023, durante a guerra de Gaza, ela acusou Israel de cometer genocídio contra palestinos, em suas redes sociais.[134]
Assim como sua mãe, Björk também se interessa por questões ambientais. Ela fundou a organização Náttúra, que visa promover a preservação da natureza islandesa. Em 2004, ela participou do concerto Hætta em Reykjavík, organizado em protesto contra a construção de fundições de alumínio da Alcoa no país, o que tornaria a Islândia a maior fundição da Europa.[135] Em outubro de 2008, Björk escreveu um artigo para o The Times sobre a economia islandesa e deu sua opinião sobre o uso proposto de recursos naturais para resgatar o país da dívida. Em 21 de maio de 2010, Björk escreveu uma carta aberta no The Reykjavík Grapevine, apelando ao governo islandês para "fazer tudo o que estiver ao seu alcance para revogar os contratos com a Magma Energy".[136][137]
Em 2014, Björk organizou o Stopp, Let's Protect the Park, um evento organizado para arrecadar dinheiro e conscientizar sobre a preservação da natureza islandesa. O show arrecadou £ 3 milhões, e o dinheiro foi usado para restabelecer um parque nacional.[138] Em 2022, Bjork afirmou que seu motivo para voltar à Islândia foi por causa da violência armada nos Estados Unidos.[139]
Filantropia
Após o tsunami que assolou o Sudeste Asiático no final de 2004, Björk começou a trabalhar sobre um novo projeto intitulado Exército de Misturas para ajudar a angariar dinheiro para um fundo de socorro social. Este projeto recrutou fãs e músicos de todo o mundo para cobrir ou remixar a faixa de 1995, "Army of Me". De mais de 600 respostas Björk e seu co-escritor Graham Massey escolheu os melhores vinte para aparecer no álbum. O álbum foi lançado em abril no Reino Unido e, em finais de Maio de 2005, nos E.U. sob o nome de Army of Me: Remixes and Covers. Até Janeiro de 2006, o álbum arrecadou cerca de £ 250 000 para ajudar a UNICEF a trabalhar no sudeste asiático.[140] Björk visitou Banda Aceh em fevereiro de 2006 para ver o trabalho da UNICEF com as crianças que foram afetadas pelo tsunami.[141]
Björk também tem tido um interesse em questões ambientais em seu país nativo. Em 2004 Björk participou do concerto "Hætta" em Reykjavik, organizado em protesto contra a construção de fundição de alumínio Alcoa no país, o que tornaria a maior fundição na Europa.[142] Ela fundou a organização "Náttúra", que visa promover a natureza e o povo islandês.[143] Em 28 de outubro de 2008 Björk escreveu um artigo para o The Times para debater o estado da economia islandesa, e seus pensamentos sobre a proposta de utilização dos recursos naturais para tirar o país da crise mundial.[144] Björk, em colaboração como grupo Audur, cria um fundo de capital intitulado "BJÖRK", em apoio à criação de indústrias sustentáveis na Islândia. Björk se apresentou em um show beneficente no Club NASA em Reykjavík, em 1º de abril de 2007, para arrecadar fundos para o tratamento de pessoas com transtornos alimentares.[145][146]
Durante à pandemia de COVID-19,[105] as medidas tomadas pelo governo islandês para conter o vírus provaram se eficazes e, em meados de maio de 2020, o país havia reduzido a propagação do coronavírus para dois casos por semana. Com isso, Björk decidiu que era o momento de fazer seus concertos orquestrais em seu país natal, para ajudar as populações que estavam sendo afetadas pela pandemia. Quatro shows foram anunciados.[147] Eles foram transmitidos ao vivo pelas emissoras da Islândia, para arrecadar dinheiro para organizações sem fins lucrativos ao redor do mundo.
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Controvérsias
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Agressões
Em fevereiro de 1996, Björk desembarcou no aeroporto Don Muang, na Tailândia, depois de um longo voo com seu filho de 9 anos, quando encontrou um grupo de jornalistas e cinegrafistas que estavam esperando por ela; Quando a repórter Julie Kaufman, se aproximou e lhe cumprimentou com as palavras, "Bem-vinda a Bancoque", Björk agarrou os cabelos da repórter e atacou com vários golpes, derrubando-a no chão. Após ser puxada pelo segurança, ela ainda tentou voltar atrás para continuar a atacar a repórter, mas foi colocada num ônibus.[148] Sua gravadora declarou mais tarde, que Kaufman estava importunando Björk por quatro dias antes do incidente. Björk, mais tarde, se desculpou com Kaufman, que não prestou queixa.[149]
Em 13 de janeiro de 2008, Björk atacou um fotógrafo que tinha fotografado sua chegada ao Aeroporto Internacional de Auckland, na Nova Zelândia. Ela rasgou a camisa dele nas costas, e no ato ela caiu no chão. Não houve queixa formal por parte do fotógrafo.[150]
Perseguidor
Em 12 de setembro de 1996, um "fã" norte-americano chamado Ricardo López, enviou uma carta-bomba disfarçada de livro para a casa de Björk, em Londres, que foi projetada para borrifar ácido sulfúrico em seu rosto para desfigurá-la e matá-la. Ele queria "punir" Björk por estar em um relacionamento com Goldie.[151] López então voltou para seu apartamento, raspou a cabeça e pintou o rosto e a cabeça de vermelho e verde, e filmou seu suicídio na parte final de um diário em vídeo, que mais tarde se tornou público após ser divulgado aos jornalistas, causando uma sensação na mídia. O dispositivo não chegou a Björk porque o corpo de López e seus planos foram descobertos antes da entrega do pacote, e o dispositivo foi desativado pela Scotland Yard.[152] Em seus poucos comentários públicos sobre este evento, Björk disse que estava "muito angustiada", principalmente pela segurança de seu filho. Apesar disso, ela enviou um cartão e flores para a família de López.[153] Após o incidente, ela partiu para a Espanha, onde gravou o restante de seu terceiro álbum, Homogenic, longe da atenção da mídia.[154]
Acusações de assédio sexual contra Lars von Trier
Em outubro de 2017, Björk, após dezenas de casos de abuso sexual movidos contra o produtor de cinema Harvey Weinstein, postou em sua página do Facebook que havia sido assediada sexualmente por um diretor de cinema dinamarquês; O Los Angeles Times encontrou evidências que o identificam como Lars von Trier, que a dirigiu no filme Dancer in the Dark. Von Trier respondeu a alegação de Björk e disse: "Esse não foi o caso. Mas que definitivamente não éramos amigos, isso é um fato".[155][156] O produtor de Dancer in the Dark, Peter Aalbæk Jensen, declarou: "até onde me lembro, nós [Lars von Trier e eu] fomos as vítimas. Aquela mulher era mais forte do que Lars von Trier, eu e nossa empresa juntos. Ela ditou tudo".[157]
Após a declaração de von Trier, Björk detalhou suas alegações em sua página do Facebook, como "envolvê-la com os braços por um longo tempo na frente de toda a equipe ou sozinha e acariciá-la às vezes por minutos contra a vontade dela". Assim que ela começou a pedir que ele parasse, "ele explodiu e quebrou uma cadeira na frente de todos no set". Ela também disse que ele sussurrou comentários sexuais gráficos e ameaçou subir da varanda do seu quarto, então ela se mudou para o quarto de um amigo para escapar. Ela finalmente afirmou que von Trier "inventou histórias na imprensa sobre [ela] ser difícil com seu produtor".[158]
O The Guardian descobriu posteriormente que o estúdio de Jensen, o Zentropa, com o qual von Trier colaborava frequentemente, tinha uma cultura endêmica de assédio sexual. Jensen renunciou ao cargo de CEO do Zentropa, quando novas alegações de assédio vieram à tona em 2017.[159]
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Discografia
- Álbuns de Estúdio
Videografia
- 1990 - The Video (Polygram)
- 1992 - Á Guðs Vegum (Smekkleysa)
- 1992 - Murder and Killing in Hell (Windsong International Video)
- 2000 - Free Tibet (Ryko Distribution (primera edição em 1999, formato VHS)
- 2001 - MTV Unplugged / Live&Loud (One Little Indian)
- 2001 - Live in Cambridge (One Little Indian)
- 2001 - Live at Shepherd's Bush Empire (One Little Indian)
- 2002 - Live at the Royal Opera House (One Little Indian)
- 2002 - Greatest Hits - Volumen 1993-2003 (One Little Indian)
- 2002 - Volumen Plus (One Little Indian)
- 2003 - Vessel (One Little Indian)
- 2003 - Inside Björk (One Little Indian)
- 2003 - Live Zabor (One Little Indian)
- 2003 - Later with Jools Holland (One Little Indian)
- 2003 - Minuscule (One Little Indian)
- 2004 - The Sugarcubes - the DVD (One Little Indian)
- 2004 - The Sugarcubes - Live Zabor (One Little Indian)
- 2007 - Bjork: Live DVD Archive (One Little Indian Us)
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Filmografia
Filmes
- 1987 - The Juniper Tree, personagem: Margit. (Rhino Home Video)
- 1994 - Prêt-à-Porter, participação não creditada como modelo.
- 2000 - Dancer in the Dark, personagem: Selma Jezcova. (Zentropa Entertainment)
- 2005 - Drawing Restraint 9, (Matthew Barney)
- 2007 - Anna and the Moods, voz da personagem: Anna Young. (CAOZ)
- 2022 - The Northman, personagem: Seeress. (New Regency)
Televisão
- 1987 - Glerbrot personagem: Maria. (RUV TV)
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Prêmios e Indicações
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Perspectiva
Grammy Awards (indicações)[160]
- 1993 - "Human Behaviour" - Melhor Videoclipe
- 1995 - Post - Melhor Performance Alternativo
- 1995 - "It's Oh So Quiet" - Melhor Videoclipe
- 1997 - Homogenic - Melhor Álbum Alternativo
- 1998 - "Bachelorette" - Melhor Videoclipe
- 1999 - "All Is Full of Love" - Melhor Videoclipe
- 2000 - "Overture" (Selmasongs) - Melhor Performance Instrumental Pop
- 2000 - "I've Seen It All" (Selmasongs) - Melhor Arranjo Instrumental Pop Acompanhando um Vocalista(s)
- 2001 - Vespertine - Melhor Álbum Alternativo
- 2003 - Family Tree - Melhor Box ou Pacote em Edição Limitada Especial
- 2004 - Oceania - Melhor Performance Vocal Feminina Pop
- 2004 - Medúlla - Melhor Álbum Alternativo
- 2007 - Volta - Melhor Álbum Alternativo
- 2013 - Biophilia - Melhor Álbum Alternativo
- 2013 - Biophilia - Melhor Pacote de Álbum - Vence
- 2016 - Vulnicura - Melhor Álbum Alternativo
- 2023 - Fossora - Melhor Álbum Alternativo
- 1994 - Revelação em Atuação - Venceu
- 1994 - Melhor Artista Feminina - Venceu
- 1996 - Melhor Artista Feminina - Venceu
- 1998 - Melhor Artista Feminina - Venceu
- 2001 - Melhor Trilha Sonora - "Selmasongs" - Nomeada
- 2002 - Melhor Artista Feminina - Nomeada
- 2006 - Melhor Artista Feminina - Nomeada
- 2016 - Melhor Artista Feminina - Venceu
- 2000 - Best Actress - Venceu
- 2001 - Melhor Atriz em um Filme de Drama - Nomeada
- 2001 - Melhor Canção - "I've Seen It All" - Nomeada
- 2001 - Melhor Canção - "I've Seen It All" - Nomeada
- 2007 - Prêmio de Inspiração - Venceu
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Bibliografia
Principais
- 1984 - Um Úrnat Frá Björk
- 2001 - Björk (Little-i)
- 2003 - Björk Live Book
Relacionados
- Rumo à Estação Islândia, de Fábio Massari. Editora Conrad Livros (2001) .
- Post, de Sjón Sigurðsson/Björk Ltd. Bloomsbury (1995).
- Björk - The Ilustrated Story, de Paul Lester. Hamlyn (1996).
- Björk - An Ilustrated Biography, de Mick St. Michael. Omnibus Press (1996).
- Björk Björkgraphy, de Martin Aston. Simon & Schuster (1996).
- Björk, Colección Imágenes de Rock, N°82, de Jordi Bianciotto. Editorial La Máscara (1997).
- Dancer in the Dark, de Lars von Trier. Film Four (2000).
- Army of She, de Evelyn McDonnell. Random House (2001).
- Human Behaviour, de Ian Gittins. Carlton (2002).
- Wow and Flutter, de Mark Pytlik. ECW (2003).
- Bjork - There's More to Life Than This (Stories Behind Every Song), de Ian Gittins. Da Capo Press (2002).
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Referências
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