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José Lewgoy
ator brasileiro Da Wikipédia, a enciclopédia livre
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José Lewgoy (Veranópolis, 16 de novembro de 1920 – Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 2003) foi um ator brasileiro.
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Biografia
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Perspectiva
De origem judaica, era filho de uma estadunidense e de um russo que se conheceram em Nova Iorque.[1]
Diplomou-se pela Faculdade de Ciências Político-Econômicas do Rio Grande do Sul, mas não se interessou pela profissão. Como conhecia muitos idiomas, foi à Editora Globo e ali conheceu o Dr. Roberto Marinho e conseguiu emprego como tradutor.
Começou sua carreira artística no teatro e, graças a uma bolsa de estudos conseguida com a influência do escritor Érico Veríssimo, cursou artes cênicas na Universidade Yale.
José Lewgoy é referência quando se fala de cinema brasileiro, pois participou de mais de cem filmes. Era presença constante nas telas desde o final da década de 1940 e sempre disputado pelos melhores diretores. Ao lado de Oscarito, Grande Otelo, Eliana Macedo, Cyll Farney e Anselmo Duarte brilhou nas chanchadas produzidas pela Atlântida, na década de 1950. Ator com prestígio internacional, Lewgoy participou de várias produções estrangeiras e morou na França durante alguns anos.
Recebeu um prêmio de melhor ator no 1º Festival Cinematográfico do Distrito Federal (onde hoje é o Rio de Janeiro).[2]
Estreou nas telenovelas apenas em 1973, com Cavalo de Aço, na Rede Globo e, a partir daí, participou de mais de 30 produções na televisão, sendo a última delas, Esperança, em 2002, também na Globo.
Ganhou vários prêmios como ator de cinema e televisão e se consagrou com o personagem Edgar Dumont, da telenovela Louco Amor, de Gilberto Braga. Destaque também para as suas atuações em Nina, de Walter George Durst, Dancin' Days e Água Viva, ambas também de Gilberto Braga, O Rebu e Feijão Maravilha, de Bráulio Pedroso e nas minisséries O Tempo e o Vento, inspirada na obra de Érico Veríssimo e Anos Dourados, de Gilberto Braga.
Homenageado pela Torcida do Fluminense FC nos anos 80, onde os componentes de uma torcida organizada, hoje Old Nikity o tinham como exemplo de conduta. Até hoje uma lenda urbana de uma possível frase dita por ele.
O ator faleceu aos 82 anos em 10 de fevereiro de 2003 no Hospital Samaritano no Rio de uma parada cardíaca decorrente de uma infecção respiratória, seu corpo foi cremado.[3]
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Filmografia
Televisão

Cinema
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Referências
- http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/JoseLewg.html Arquivado em 30 de maio de 2015, no Wayback Machine. José Lewgoy - Biografia
- «Amei um bicheiro». Diário Carioca (RJ). 14 de novembro de 1953
- «Morre o ator José Lewgoy». Diário do Grande ABC. Consultado em 10 de fevereiro de 2003
Ligações externas
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