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Iolanda Braga

atriz e bailarina brasileira Da Wikipédia, a enciclopédia livre

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Iolanda Braga (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1941Rio de Janeiro, 12 de maio de 2021) foi uma atriz e bailarina brasileira. Figura representativa, destacou-se como a primeira artista negra a protagonizar uma telenovela brasileira, em A Cor da Sua Pele (1965) na TV Tupi, e a primeira mulher não branca a estrelar uma campanha de cosméticos no Brasil, no mesmo ano pela marca Belinda.[1][2][3]

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Biografia

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Perspectiva

Em 1958, aos 16 anos, foi emancipada dos pais para se tornar bailarina e estreou no espetáculo Um Milhão de Dólares de Baby. Estreou na televisão em 1963 na TV Excelsior, como bailarina nos programas Colê É O Show e A Cidade Se Diverte.[4] Em 1965, contratada pela TV Tupi e entrou na última fase de O Direito de Nascer como Mariana, neta de Mamãe Dolores. Na sequência, Iolanda foi escolhida para estrelar a novela A Cor da Sua Pele, tornando-se a primeira atriz negra a protagonizar uma telenovela brasileira e também o primeiro beijo inter-racial da televisão, ao lado de Leonardo Villar.[2] Devido ao sucesso na telenovela, tornou-se a primeira negra a estrelar uma campanha de cosméticos no Brasil, realizada pela marca Belinda.[3] Nesta época também atuou no filme brasileiro Arrastão, dirigido por Antoine d'Ormesson em 1967[5] e participou do documentário Integração Racial de César Paulo Seracini, sobre o espaço dos negros nas artes.

Em 1966, apesar do status alcançado na telenovela, Iolanda decidiu deixar o Brasil e se mudar para Portugal, movida por sua maior paixão, a dança, protagonizando o espetáculo Minha Querida Mulatinha ao lado de Raul Solnado, um sucesso de bilheteria. No país também entrou para o elenco do humorístico Riso e Ritmo, onde ficou até 1969. Voltou ao Brasil brevemente em 1968 para estrelar o espetáculo Holiday, coreografado por Abelardo Figueiredo. Em 1970, em Portugal, ingressou no grupo de dança Brasiliana, onde ficou por 8 anos viajando pela Europa em espetáculos de dança. Iolanda só voltou a morar no Brasil em 1978, doze anos depois, quando integrou o elenco da telenovela O Direito de Nascer da Rede Tupi, como a atrapalhada Conchita, seu último trabalho na televisão. Na sequência esteve em diversos outros espetáculos no teatro, onde ganhou a alcunha de "Grande Dama da Dança". Em 1989 aposentou-se da carreira artística ao se formar na faculdade de Hotelaria.

Iolanda morreu em 12 de maio de 2021, aos 79 anos, deixando um extenso legado no teatro, na dança e na televisão brasileira.[6]

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Teatro

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Filmografia

Televisão

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Cinema

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Referências

  1. Nilson Xavier (26 de janeiro de 2019). «Há 15 anos, Globo lançou 1ª protagonista negra em novela e quase nada mudou». UOL. Consultado em 23 de abril de 2021
  2. Xavier, Nilson. «A Cor da Sua Pele». Teledramaturgia. Consultado em 7 de agosto de 2019
  3. «Iolanda Braga, a primeira protagonista negra da TV». Caixa de Sucessos. Consultado em 24 de maio de 2021
  4. «Iolanda Braga, a primeira protagonista negra da TV - Caixa de Sucessos». www.caixadesucessos.com.br. Consultado em 6 de agosto de 2019
  5. «Arrastão (1967)». Internet Movie Database (IMDB). Consultado em 20 de março de 2022
  6. NUNES, Diego (17 de maio de 2021). «Morre a atriz Iolanda Braga, a primeira protagonista negra de uma novela brasileira». memoriascinematograficas.com.br. Consultado em 24 de maio de 2021
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Ligações externas

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