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Diogo Vilela

ator brasileiro Da Wikipédia, a enciclopédia livre

Diogo Vilela
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Diogo Vilela, nome artístico de José Carlos Monteiro de Barros (Rio de Janeiro, 28 de outubro de 1957), é um ator e comediante brasileiro. Vilela ganhou reconhecimento por suas performances em programas humorísticos e no teatro, que o tornaram muito popular no país. Ele ganhou vários prêmios, incluindo dois Prêmios APCA, três Prêmios Shell, e um Prêmio Mambembe, além de ter recebido indicações para quatro Prêmios Qualidade Brasil.

Factos rápidos Nome completo, Nascimento ...

Vilela iniciou sua carreira ainda na infância, em 1969, atuando na novela A Ponte dos Suspiros, com apenas doze anos.[1] À época, ele já trabalhava com teatro amador, mas sua estreia profissional ocorreu em 1976 na peça O Último Carro, de João das Neves.[2] Em 1973 voltou a atuar na televisão na novela O Semideus, desde então passou a fazer trabalhos recorrentes em telenovelas, sobretudo da TV Globo, das quais se destacou como o tímido Kiko Leone em Guerra dos Sexos (1983) e o dissimulado Leonardo Raposo em Sassaricando (1987).[1] Entre 1988 e 1990, ele fez parte do elenco do humorístico TV Pirata, onde se popularizou na comédia e se saiu vencedor Prêmio APCA de melhor comediante masculino, em 1990.[1]

Em 1996 protagonizou o espetáculo Metralha, onde interpretou Nélson Gonçalves. Por esse trabalho, ele foi aclamado pela crítica e recebeu seu primeiro Prêmio Shell de melhor ator. Em 1998 voltou a ser ovacionado pelo trabalho na peça Diário de um Louco, que lhe rendeu diversos prêmios, incluindo seu segundo Prêmio Shell de melhor ator e o Prêmio Mambembe de melhor ator. Em 1999 ganhou destaque na televisão como o vidente Uálber Canedo na novela Suave Veneno e também pelo trabalho na minissérie O Auto da Compadecida, como o padeiro Eurico.[3] Em 2005 foi elogiado pela atuação no filme de comédia O Coronel e o Lobisomem, no qual ele interpretou o Coronel Ponciano.[4] Por esse trabalho, foi indicado ao Prêmio Qualidade Brasil de melhor ator de cinema. Já em 2006 foi reverenciado pela performance no espetáculo musical Cauby! Cauby!, onde ele protagoniza como o cantor Cauby Peixoto. Graças ao sucesso de sua interpretação, ele foi agraciado com seu terceiro Prêmio Shell de melhor ator, além de receber mais um Prêmio APCA, dessa vez como melhor ator de teatro.[5]

Entre 2007 e 2009, foi um dos protagonistas do seriado Toma Lá, Dá Cá, como o dentista Arnaldo Moreira. O seriado fez muito sucesso e rendeu ao ator indicações ao Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Ator Cômico por três anos consecutivos. Após o fim da série, Vilela reduziu seus trabalhos na televisão e se dedicou mais ao teatro. Ainda esteve no elenco da novela Aquele Beijo (2011) e do seriado Pé na Cova (2014–16).[6] Em 2016, ele foi novamente aclamado no teatro musical pela peça Sim, Eu Aceito, recebendo o Troféu Nelson Rodrigues.[7] Em 2020 voltou à televisão para integrar o elenco do humorístico Zorra.[8]

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Biografia

Nascido no Rio de Janeiro, no bairro de Botafogo, e criado em Vila Isabel, na zona norte do Rio, é o penúltimo de seis irmãos. Seu nome de batismo é José Carlos Monteiro de Barros, entretanto, após ingressar na carreira, optou por adotar o nome artístico de Diogo Vilela. Desde sua infância ele já sonhava em ser ator por ser apaixonado pelo teatro. Quando ainda era criança, ganhava dinheiro montando pequenas peças de teatro de marionetes, as quais ele apresentava para o público.[1]

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Carreira

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Perspectiva

Década de 1960 e 1970: infância e juventude

Sua estreia na televisão se deu em 1969, aos doze anos, na novela A Ponte dos Suspiros, de Dias Gomes, o qual adotava o pseudônimo de Stela Calderón. Na trama, ambientada em 1500 na cidade de Veneza, ele deu vida a Nico, um pobre menino órfão.[9] Esse foi o seu primeiro contato com a profissão de ator profissionalmente. À época, ele ainda utilizava seu nome de batismo.[1] Cinco anos depois, ele voltou para a televisão já como ator profissional e iniciou uma carreira sólida na televisão e no teatro, marcada por prêmios.[10] Em 1973 atuou na novela O Semideus já com um amadurecimento na carreira, interpretando o jovem Diogo. Em 1976 atuou em sua primeira grande peça de teatro, a premiada O Último Carro, escrita e dirigida por João das Neves.[2] No mesmo ano, voltou à TV em um pequeno papel na novela Duas Vidas, como Sandrinho. Em 1977 ganhou maior destaque na peça Os Cigarras e Os Formigas, de Maria Clara Machado, sendo dirigido por Wolf Maya e atuando com grandes nomes do teatro, como Louise Cardoso, Denise Dumont e Lauro Corona.[11] Em 1978 esteve na novela Gina, como Afonso, e na peça Era Uma Vez nos Anos 50, de Domingos Oliveira.[12] No ano seguinte, mais uma novela, Memórias de Amor, drama clássico ambientado nas vésperas da Proclamação da República, onde interpretou Rômulo, um estudante um pouco atrapalhado e noivo de Melica, interpretada por Nádia Carvalho.[13] No mesmo ano esteve no espetáculo musical Lola Moreno, protagonizado por Lucélia Santos.[14]

Década de 1980

Durante a década de 1980, ele intensificou seus trabalhos na televisão ganhando maior projeção nacional. Em 1980, foi escalado para a novela do horário nobre Coração Alado, interpretando Gerson Alencar, filho de Hortência, vivida pela atriz Eva Todor.[15] Também protagonizou ao lado de Stella Miranda e Ricardo Blat a peça As Mil e Uma Encarnações de Pompeu Loredo, uma comédia que marcou o teatro besteirol, dirigida por Jorge Fernando.[16] Em 1981 conquistou um papel protagonista, ao lado de Henriette Morineau, na peça de drama existencialista Ensina-me a Viver, um clássico do teatro, onde interpretou Harold.[17] Em 1982 transferiu-se para a TV Cultura atuando na novela Maria Stuart, a qual era protagonizada por Nathalia Timberg e Kate Hansen, em um pequeno papel. No mesmo ano, se destacou em mais dois espetáculos teatrais, Bodas de Felissa, onde repetiu parceria protagônica com Stella Miranda, a qual também escreveu e dirigiu a peça,[18] e A Mente Capta, mais um símbolo do besteirol, que contava a história de uma psiquiatra, interpretada pela cantora Marlene, ao redor de seus pacientes, interpretados por Vilela, Louise Cardoso, Cláudia Jimenez, Anselmo Vasconcelos, Cristina Pereira e grande elenco.[19] Em 1983 ganhou seu primeiro papel de maior destaque na televisão, o tímido e atrapalhado Kiko Leone, filho da protagonista Roberta (Glória Menezes) que vive o drama de ter sido abandonado pela noiva.[20] Ainda neste ano, esteve nas peças Cloud Nine - Numa Nice e Testemunha de Acusação. Em 1984 foi contratado pela Rede Manchete. Sua estreia a emissora foi atuando na minissérie Viver a Vida, onde interpretou Geraldo. No mesmo ano, fez sua estreia nos cinemas no drama musical Bete Balanço, protagonizado por Débora Bloch, interpretando o melhor amigo da protagonista, Paulinho, que busca por um espaço no mundo fonográfico.[21]

Em 1985, voltou a aparecer na TV Globo atuando na terceira fase da minissérie O Tempo e o Vento como Florêncio Terra em sua juventude. No segundo semestre de 1985 voltou à Manchete, fez uma participação especial na minissérie Tudo em Cima e estrelou a série de comédia Tamanho Família na pele de Janjão, até o ano de 1986.[22] Também em 1985 foi um dos protagonistas do filme musical Areias Escaldantes, ambientado no país fictício de Kali, ele interpretou um integrante de um grupo de jovens terroristas que executa roubos, sequestros e assassinatos sob as ordens de um misterioso chefão conhecido como "Entidade" e são perseguidos pela pomposa e ineficiente Polícia Especial.[23] Em 1986, voltou aos palcos na peça A Bandeira dos Cinco Mil Réis, de Geraldo Carneiro e dirigida por Aderbal Freire Filho, atuando ao lado de nomes como Maria Padilha e Marco Nanini.[24] Ainda contratado pela Rede Manchete, foi escalado para a novela Novo Amor, única novela escrita por Manoel Carlos para a emissora, exibida em 1986.[25] Também protagonizou mais um filme musical, Rock Estrela, como Roque, um estudante de música clássica que se muda para o Rio de Janeiro para morar com um primo roqueiro.[26]

Em 1987 reatou contrato com a TV Globo para atuar na novela Sassaricando como Leonardo Raposo, um mentiroso que finge se apaixonar pela herdeira de um grande império. Seu personagem ganhou popularidade e tornou-se um dos principais de sua carreira.[27] Ainda fez parte do elenco do filme de drama biográfico Leila Diniz, que retrata a vida da atriz brasileira Leila Diniz, interpretando o diretor de cinema Luiz Carlos Lacerda.[28] Em 1988 esteve na minissérie O Pagador de Promessas. e ingressou no elenco do programa humorístico TV Pirata, onde permaneceu até o ano de 1990. Por esse trabalho, Vilela foi reconhecido por sua veia cômica de interpretação com Prêmio APCA de melhor comediante masculino. Em 1989, Diogo fez parte de uma montagem do espetáculo musical Cabaret.[29] No mesmo ano, protagonizou o filme de comédia O Grande Mentecapto, baseado no romance homônimo de Fernando Sabino, como Geraldo Viramundo, uma espécie de Don Quixote que percorre Minas Gerais querendo transformar o mundo.[30]

Década de 1990

Em 1990 foi convidado para realizar participação especial em um capítulo da novela Rainha da Sucata interpretando ele mesmo. Em 1992 voltou às novelas, após cinco anos, em Deus nos Acuda, como o soturno e duas caras Danilo, um anjo enviado à Terra para deter as maldades da vilã Elvira (Marieta Severo).[31] Em 1994 foi escalado para o elenco principal da minissérie Incidente em Antares, como o pacifista João Paz, que foi torturado pela polícia, sendo um dos sete mortos que protestam por um enterro.[32] Ainda esteve no elenco da novela Quatro por Quatro (1994) como o trapalhão azarado Fortunato, noivo de uma das quatro protagonistas, Tatiana (Cristiana Oliveira).[33] No mesmo ano, voltou aos palcos atuando nas peças Navalha na Carne e 5x Comédia.[34] Em 1995 fez várias participações em episódios do seriado A Comédia da Vida Privada. Em 1996, interpretou Nélson Gonçalves na peça Metralha, sobre a vida do cantor. Recebeu aclamação da crítica e venceu o Prêmio Shell de melhor ator.[35] Interpretou Caio Leão na novela Salsa e Merengue (1996). Em 1997, foi reverenciado no teatro novamente por sua performance no espetáculo Diário de Um Louco, um monólogo sobre um funcionário público que vive a fantasia esquizofrênica do poder e da riqueza.[36] Ele conquistou vários prêmios por esse trabalho, incluindo o Prêmio Sharp, o Prêmio Shell e o Prêmio Mambembe de melhor ator.[10] Atuou no filme For All - O Trampolim da Vitória (1997).

Em 1999, mostrou sua versatilidade na televisão. Em janeiro, esteve no elenco da minissérie O Auto da Compadecida, como o padeiro traído Eurico. No mesmo mês estreou a novela Suave Veneno, exibida no horário nobre, onde ele interpretou o vidente homossexual Uálber Cañedo. Seu personagem vivia entre o limite da honestidade e o charlatanismo com suas previsões, ganhando repercussão pela tom de comédia.[3]

Década de 2000

Em 2000, a minissérie O Auto da Compadecida foi lançada nos cinemas em formato de filme, com recortes de algumas cenas, tornando-se um grande sucesso, sendo mencionado como um dos melhores filmes nacionais frequentemente. Em 2000, ele esteve no elenco da peça Jornada de um Poema e também participou de uma montagem da Paixão de Cristo. Também participou da minissérie A Invenção do Brasil, a qual serviu de base para a produção do filme Caramuru - A Invenção do Brasil, que Diogo também atuou. Em 2001 foi escalado para a novela das sete As Filhas da Mãe. Em 2002 estreou na direção teatral com a peça Elis, a Estrela do Brasil.[37] Realizou participações recorrentes no seriado Os Normais, entre 2002 e 2003. Diogo entrou para o elenco recorrente do seriado A Grande Família durante sua segunda temporada, exibida em 2002, como Remela, bandido local e amigo de infância de Agostinho (Pedro Cardoso). Posteriormente, ele voltou a fazer participações especiais no programa.

Em 2005, protagonizou o filme de comédia O Coronel e o Lobisomem, onde ele interpreta o Coronel Ponciano de Azeredo Furtado. Por seu desempenho, chegou a ser indicado ao Prêmio Qualidade Brasil de melhor ator de cinema. Ainda em 2005, foi convidado para o especial de fim de ano Toma Lá, Dá Cá para interpretar o dentista Arnaldo Moreira, fazendo par romântico com Débora Bloch. Dois anos mais tarde, o especial foi aprovado para virar um seriado, com uma temporada completa. O ator permaneceu no seu personagem, mas a atriz que interpreta sua esposa, Rita, foi trocada por Marisa Orth. O seriado permaneceu no ar durante três temporadas, chegando ao fim em 2009. Por esse trabalho, Vilela foi indicado durante três anos consecutivos ao Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Ator Cômico. Antes do seriado, o ator atuou na minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendes, exibida em 2007. Em 2006, Diogo conquistou elogio da crítica por sua performance musical no espetáculo Cauby! Cauby!, uma peça que aborda a biografia do cantor Cauby Peixoto, interpretado por Vilela. Por seu desempenho, ele foi bastante premiado, incluindo com seu terceiro Prêmio Shell de melhor ator, além de receber mais um Prêmio APCA, dessa vez como melhor ator de teatro. No cinema, ele ainda esteve nos filmes de comédia Irma Vap - O Retorno (2006) e A Guerra dos Rocha (2008).

Década de 2010

Em 2011, o ator voltou às novelas depois de 10 anos a convite de Miguel Falabella, integrando o elenco de Aquele Beijo, como Felizardo Barbosa, que tem sua vida modificada por uma falsa irmã interesseira.[38] Em 2012 reprisou novamente seu personagem em A Grande Família. Em 2013, interpretou o investigador Miller na série O Dentista Mascarado. Entre 2014 e 2016, fez parte do elenco da série Pé na Cova, como o misterioso cirurgião Dr. Zóltan Davidson de Jesus.[6] em 2016, protagonizou a peça Sim, Eu Aceito! Uma Comédia Musical. Em 2017, atuou na série Prata da Casa, exibida pelo canal privado Fox Brasil.[39] Em 2018, atuou no espetáculo Cauby - Uma Lembrança, novamente interpretando o cantor. Ainda em 2018, ele voltou aos cinemas na filme infantil D.P.A. 2 - O Mistério Italiano, como o bruxo Máximo Buongusto.

Década de 2020

Em 2020, o ator voltou à TV Globo para integrar o elenco do programa humorístico Zorra, permanecendo por apenas uma temporada.[8] Em 2022, voltou a interpretar Cauby Peixoto pela terceira vez na peça Cauby uma Paixão.[40]

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Filmografia

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Televisão

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Cinema

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Dublagens

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Teatro

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Prêmios e indicações

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Referências

  1. «Diogo Vilela». memoriaglobo. Consultado em 17 de setembro de 2022
  2. Cultural, Instituto Itaú. «O Último Carro». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 17 de setembro de 2022
  3. «Folha de S.Paulo - Data de estréia é ruim, diz autor - 17/01/99». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 18 de setembro de 2022
  4. «Sessão Brasil: Diogo Vilela estrela a comédia 'O Coronel e o Lobisomem'». redeglobo.globo.com. Consultado em 18 de setembro de 2022
  5. Cultural, Instituto Itaú. «Cauby! Cauby!». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 18 de setembro de 2022
  6. «Gente nova no Irajá! Diogo Vilela reforça elenco de 'Pé na Cova'». Pé na Cova. Consultado em 18 de setembro de 2022
  7. «Diogo Vilela reforça o time do 'Zorra'». O Liberal. 10 de dezembro de 2020. Consultado em 18 de setembro de 2022
  8. «A Ponte dos Suspiros». memoriaglobo. Consultado em 17 de setembro de 2022
  9. Honor, Rosângela (6 de setembro de 1999). «Entrevista - Diogo Vilela». IstoÉ Gente. Consultado em 7 de dezembro de 2010
  10. Cultural, Instituto Itaú. «Os Cigarras e Os Formigas». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 17 de setembro de 2022
  11. Cultural, Instituto Itaú. «Era uma Vez nos Anos 50». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 17 de setembro de 2022
  12. «Personagens». memoriaglobo. Consultado em 17 de setembro de 2022
  13. Cultural, Instituto Itaú. «Lola Moreno». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 17 de setembro de 2022
  14. «Personagens». memoriaglobo. Consultado em 17 de setembro de 2022
  15. «Jorge Fernando foi um dos mestres da comédia oitentista». GZH. 28 de outubro de 2019. Consultado em 17 de setembro de 2022
  16. Bartholo, Postado por Gilberto. «O TEATRO ME REPRESENTA!». Consultado em 17 de setembro de 2022
  17. «Biografia de Stella Miranda». eBiografia. Consultado em 17 de setembro de 2022
  18. LEDESMA, Vilma (2008). Louise Cardoso: A Mulher do Barbosa (PDF). São Paulo: Imprensa Oficial. p. 123
  19. «Personagens». memoriaglobo. Consultado em 17 de setembro de 2022
  20. Brito, Orlando (22 de maio de 2021). «Voltando no tempo – Débora Bloch e Lauro Corona no filme "Bete Balanço" - Orlando Brito». Os Divergentes. Consultado em 18 de setembro de 2022
  21. «Tamanho Família - Rede Manchete de Televisão». Consultado em 17 de setembro de 2022
  22. «FILMOGRAFIA - AREIAS ESCALDANTES». bases.cinemateca.gov.br. Consultado em 18 de setembro de 2022
  23. «A Bandeira dos 5 Mil Réis (1986) - Maria Padilha Atriz». www.mariapadilhaatriz.com.br. 29 de julho de 2017. Consultado em 17 de setembro de 2022
  24. Secco, Duh (20 de setembro de 2017). «Única novela de Manoel Carlos na Manchete, Novo Amor pareceu "laboratório" para Mulheres Apaixonadas». TV História. Consultado em 17 de setembro de 2022
  25. «FILMOGRAFIA - ROCK ESTRELA». bases.cinemateca.gov.br. Consultado em 18 de setembro de 2022
  26. PEREIRA, ODARA GALLO e MÁRCIA (24 de maio de 2021). «Tancinha cancelada? Claudia Raia defende a mocinha de Sassaricando: 'Mulherão'». Notícias da TV. Consultado em 18 de setembro de 2022
  27. «'Invertida', com Diogo Vilela». Lu Lacerda | iG. Consultado em 18 de setembro de 2022
  28. «FILMOGRAFIA - O GRANDE MENTECAPTO». bases.cinemateca.gov.br. Consultado em 18 de setembro de 2022
  29. «Personagens». memoriaglobo. Consultado em 18 de setembro de 2022
  30. «Personagens». memoriaglobo. Consultado em 18 de setembro de 2022
  31. Cultural, Instituto Itaú. «Enciclopédia Itaú Cultural». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 18 de setembro de 2022
  32. Cultural, Instituto Itaú. «Metralha». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 18 de setembro de 2022
  33. «Folha de S.Paulo - Teatro: Diogo Vilela estréia 'Diário de um Louco' - 05/03/98». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 18 de setembro de 2022
  34. Cultural, Instituto Itaú. «Elis, a Estrela do Brasil». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 18 de setembro de 2022
  35. «Felizardo Barbosa». Aquele Beijo. Consultado em 18 de setembro de 2022
  36. «Diogo Vilela e Rodrigo Pandolfo vivem pai e filho na série 'Prata da casa'». O Globo. 7 de maio de 2017. Consultado em 18 de setembro de 2022
  37. Cult, Rota (6 de junho de 2022). «"Cauby uma Paixão", com Diogo Vilela, faz temporada no no Teatro Dos Quatros». Rota Cult. Consultado em 18 de setembro de 2022
  38. Carla Bittencourt (12 de novembro de 2019). «'Zorra' ganha reforço no elenco: Marisa Orth, Diogo Vilela e Monique Alfradique». Extra. Consultado em 12 de novembro de 2019
  39. «Diogo Vilela volta à TV após 3 anos: "O universo se encarregou"». Na Telinha. 20 de junho de 2023. Consultado em 20 de junho de 2023
  40. Flávio Pinto (12 de outubro de 2024). «"Body by Beth": conheça nova comédia brasileira da Max com Marisa Orth». CNN Brasil. Consultado em 29 de novembro de 2024
  41. Redação (23 de novembro de 2023). «""Não Tem Volta", com Manu Gavassi e Rafael Infante, estreia nesta quinta, 23, nos cinemas brasileiros"». Tela Viva. Consultado em 24 de maio de 2025
  42. Armando Antenore (10 de março de 1994). «Diogo Vilela volta à beira da loucura». Ilustrada. Folha de S.Paulo. Consultado em 6 de junho de 2024
  43. Brasil, Ubiratan (22 de outubro de 2010). «'A Gaiola das Loucas' vira musical com Miguel Falabella - Cultura - Estadão». Estadão. Consultado em 19 de fevereiro de 2018
  44. Teixeira, Rafael (29 de novembro de 2014). «Diogo Vilela estrela musical Sim! Eu Aceito!». VEJA RIO. Consultado em 19 de fevereiro de 2018
  45. «Espetáculo "Cauby! Cauby! Uma Lembrança" estreia no Teatro Carlos Gomes». EBC Rádios. 22 de dezembro de 2017. Consultado em 19 de fevereiro de 2018
  46. «Teatro – O que deve vir por aí nos palcos em 2020 | Na Plateia». VEJA SÃO PAULO. Consultado em 27 de dezembro de 2019
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