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Aritana

telenovela brasileira produzida e exibida pela extinta Rede Tupi Da Wikipédia, a enciclopédia livre

Aritana
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 Nota: Este artigo é sobre a telenovela. Para o líder indígena do Alto Xingu, veja Aritana Yawalapiti.

Aritana é uma telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Tupi e exibida de 13 de novembro de 1978 a 30 de abril de 1979 em 146 capítulos, às 20 horas.[1]

Factos rápidos Informações gerais, Produção ...

Foi escrita por Ivani Ribeiro e dirigida por Luiz Gallon, Álvaro Fugulin e Atílio Riccó.

Contou com as atuações de Carlos Alberto Riccelli, Bruna Lombardi, Jaime Barcelos, Tony Correia, John Herbert, Geórgia Gomide, Carlos Vereza e Jorge Dória.

É uma das poucas telenovelas integralmente preservadas da TV Tupi. Todos os capítulos e materiais extras estão preservados pela Cinemateca Brasileira.[2]

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Sinopse

Aritana é filho de uma índia e um homem branco que vive no Xingu. Tem um tio que chama de pai, um rico fazendeiro que não quer dividir com ele a herança e pretende negociar as terras onde vivem os indígenas com um grupo norte-americano. Para defender os interesses dos índios, Aritana vem para a cidade, onde conhece a médica veterinária Estela Bezerra, por quem se apaixona. Conta também a história de Lígia, uma ex-miss que é infeliz no casamento e que abandona a família para acompanhar o marginal Julião.

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Produção

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Perspectiva

Aritana foi a última novela que Ivani Ribeiro escreveu para a TV Tupi. A autora ousou ao abordar as diferenças que separam a sociedade indígena e a civilizada ao mostrar um romance entre um índio e uma veterinária.[3]

O personagem Aritana foi inspirado no índio brasileiro de mesmo nome, que ficou internacionalmente conhecido por defender as terras do seu povo, no Alto do Xingu, no Mato Grosso. A projeção midiática em cima dele fez com que Ivani Ribeiro se interessasse em escrever uma novela com temática indígena.[4]

Para escrever a novela, Ivani contou com a ajuda dos Irmãos Villas-Bôas (Cláudio, Leonardo e Orlando), notórios sertanistas brasileiros de relevante atuação na defesa dos povos indígenas do país; anteriormente eles já haviam se engajado na causa indígena, sendo inclusive responsáveis pela criação do Parque Indígena do Xingu.[5]

Devido ao seu bom desempenho em Éramos Seis, o ator Carlos Alberto Riccelli foi escolhido para ser o índio protagonista, a pedido da própria Ivani Ribeiro[3]. Bruna Lombardi, que havia estreado na televisão em Sem Lenço, Sem Documento foi a grande aposta da novela no papel de protagonista.[3]

Para se incorporar ao personagem Carlos Alberto Riccelli precisou ser instalado no posto de apoio da Funai no Xingu e começou a conhecer a rotina dos índios da região, inclusive participando dos rituais que eles faziam.[5]

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Elenco

Trilha sonora

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Perspectiva
Factos rápidos Trilha sonora de Vários artistas ...

O álbum da trilha sonora da telenovela Aritana foi lançado em 1979 pela Gravações Tupi Associadas com distribuição pela PolyGram em vinil e cassete, reunindo as músicas dos diversos artistas que embalaram as cenas da telenovela, evocando as paisagens exuberantes e a rica cultura indígena abordadas na trama. O álbum inclui canções notáveis como "Indauê Tupã" na voz de Fafá de Belém (que fez parte do álbum de estreia da cantora, Tamba-Tajá), "Krahô" de Marlui Miranda (que serviu como tema de abertura da novela) e "Cara de Índio" de Djavan, além de composições de Paulo André Barata, Iranfe e César Augusto, Ângela Maria, Neuber, Marizinha, Lula Carvalho e José Augusto.[6]

Lista de faixas
Mais informação Lado A, N.º ...
Mais informação Lado B, N.º ...
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Referências

  1. «Aritana». Teledramaturgia. Consultado em 23 de abril de 2016
  2. «A novela que saiu em defesa do indígena brasileiro, no horário nobre da TV Tupi». Cartão de Visita. 15 de agosto de 2017. Consultado em 2 de novembro de 2021
  3. Jeff Benício (6 de agosto de 2020). «Índio morto por covid inspirou personagem de novela polêmica». Terra. Consultado em 2 de novembro de 2021
  4. Duh Secco (13 de novembro de 2020). «Há 43 anos, estreava polêmica novela que uniu casal junto até hoje». TV História. Consultado em 2 de novembro de 2021
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Ligações externas

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