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Elisa Lucinda
atriz, poetisa, escritora e cantora brasileira Da Wikipédia, a enciclopédia livre
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Elisa Lucinda Campos Gomes ORB (Cariacica, 2 de fevereiro de 1958) é uma atriz, poetisa, escritora e cantora brasileira.[1] Reconhecida no meio musical e de atuação por seus trabalhos em cinema, televisão e teatro, é vencedora de um Kikito do Festival de Gramado por Por que Você Não Chora?, e um Troféu Raça Negra, na categoria Teatro.[2]
Em 2020, Elisa foi galardoada com o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Gramado pelo conjunto de obra. Também foi laureada no cinema pelo filme A Última Estação, de Marcio Curi, no qual protagoniza o personagem Cissa.[3] O filme abriu o Festival de Brasília de 2012.[4]
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Biografia
Início
Nascida em uma família de classe média, filha de um professor de português e latim, Elisa interessou-se pela poesia desde cedo.[5] Aos dez anos, frequentou aulas de declamação, ou melhor, "interpretação teatral de poesia", como preferia a professora, Maria Filina Salles Sá de Miranda.[6]
Cursou Comunicação Social na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), tornando-se jornalista na década de 1980.[7] Também trabalhou como professora.[8]
Disposta a seguir a carreira de atriz, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1986, para viver numa vila no bairro da Tijuca.[1][5]
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Carreira
Resumir
Perspectiva

No Rio, cursou interpretação teatral Casa das Artes de Laranjeiras (CAL).[9] Trabalhou em algumas peças teatrais, como Rosa, um Musical Brasileiro, sob direção de Domingos de Oliveira, e Bukowski, Bicho Solto no Mundo, sob direção de Ticiana Studart.[5] Também integrou o elenco do filme A Causa Secreta, de Sérgio Bianchi.
Seu primeiro trabalho na televisão foi na telenovela Kananga do Japão, em 1989, na extinta Rede Manchete.[10] Após a participação nas minisséries Mãe de Santo e Escrava Anastácia., da TV Manchete, migrou para o SBT para participar da telenovela Sangue do Meu Sangue.[11] Após a passagem pela emissora de Silvio Santos, Lucinda fez sua estreia na TV Globo, no programa Você Decide.[12] Após sua estreia na emissora, integrou o elenco da série Mulher.[13]
Após se firmar na emissora, a atriz ficou muito identificada com o autor de novelas Manoel Carlos.[14] Na novela Mulheres Apaixonadas, a atriz viveu Pérola Rodrigues, uma cantora e ex-mulher de Téo (Tony Ramos) e mãe de Luciana (Camila Pitanga).[15][16] No ano de 2006, a atriz realizou seu segundo trabalho em um folhetim de Maneco, na novela Páginas da Vida.[17] Na novela, interpretou a médica Selma que tinha um relacionamento com o também médico Lucas (Paulo Cesar Grande) e era melhor amiga da protagonista Helena (Regina Duarte).[18] Por ser interpretada por uma mulher negra e ter uma posição de destaque profissional, a personagem discutiu o racismo presente na sociedade brasileira.[17][19] Três anos depois, participou de mais uma novela de Maneco, Viver a Vida, onde viveu a personagem Rita.[20]
No ano de 2011, integrou o elenco de Insensato Coração onde interpretou Vilma, mãe de Carol (Camila Pitanga) e Alice (Paloma Bernardi), interpretando pela segunda vez em um folhetim o personagem de mãe de Camila Pitanga.[21][22] No ano seguinte, na novela Aquele Beijo, escrita por Miguel Falabella, interpretou Diva, tornando-se a primeira vilã na carreira de Elisa.[23][24]
Em 2013, na novela de época Lado a Lado, interpretou Norma, onde interpretou a mãe de Fernando (Caio Blat), um personagem racista que é filho biológico de uma mãe negra.[25][26] Em 2014, interpretou a Rainha Cupim, em Tromba Trem - trabalho de dublagem numa produção animada brasileira.[27]
Após três anos, em 2017, voltou a Globo para interpretar Januária Herman, mãe de Edgar (Marcelo Mello Jr.), em que a atriz era contrária ao namoro do filho com Olímpia (Sabrina Petraglia) no folhetim Tempo de Amar.[28][29]
Em 2021, a atriz fez sua estreia nos streamings, na série Manhãs de Setembro exibida pelo Prime Video em que Elisa interpreta a voz da cantora Vanusa em tom de narração na série.[30] Também no Prime participou de dois episódios na série Desjuntados como Dona Rita.[31]
Em parceria com Geovana Pires e Denise Stutz, assina a dramaturgia da peça teatral Perigosas Damas.[32]
Ecletismo
No ano de 1998, fundou a Casa Poema, instituição socioeducativa cujo método capacita vários profissionais desenvolvendo sua capacidade de expressão e sua formação cidadã, através da poesia falada. A atriz, em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), tem desenvolvido o projeto "Palavra de Polícia, Outras Armas", onde ensina poesia falada aos policiais, procurando alinhá-los aos princípios dos direitos humanos e transformar antigos modos operacionais em relação ao gênero e à raça.[33][34]
Elisa Lucinda é considerada a artista da sua geração que mais populariza poesia. Seu modo coloquial de se expressar faz com que o mais complexo pensamento ganhe fácil compreensão.[35] Junto com Geovana Pires ela criou a Companhia da Outra, grupo teatral que desenvolve sua linguagem de teatro essencial através da poesia. Fez várias apresentações teatrais, com declamação de seus poemas, algumas das quais com a participação especial de Paulo José.[36] No mesmo formato, apresentou em seguida Euteamo e O Semelhante.[37]
Em 2006, Lucinda foi agraciada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com uma admissão à Ordem de Rio Branco no grau de Oficial suplementar por méritos como poetisa.[38]
Em 2011, foi entrevistada no programa online Filossofá - Desertores do Cotidiano, gravado em um sofá, sobre as dunas de Itaúnas, no Espírito Santo.[39] Itaúnas é o lugar em que Elisa passa as férias e onde mantém uma Casa-Poema.
Convidada pela Fundação Nacional de Artes (Funarte) para representar o Brasil no Ano Brasil–Portugal, a artista realizou uma turnê em cinco cidades daquele país em outubro de 2012.[12] Na sua volta ao Brasil, recebeu um convite da presidente Dilma Rousseff (PT) para ser mestre de cerimônia, junto com o ator José de Abreu e a então Ministra da Cultura Marta Suplicy (PT), na Ordem do Mérito Cultural (OMC), em Brasília.[40][41]
Como cantora e intérprete, excursionou com o show A letra que eu canto, com o maestro e pianista João Carlos Coutinho, e com o show Ô Danada, ao lado do amigo Marcus Lima, músico, cantor e compositor.[42]
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Vida pessoal
Na eleição presidencial de 2014, apoiou a reeleição Dilma Rousseff (PT) em detrimento da candidatura de Aécio Neves (PSDB).[43][44] No ano de 2016, posicionou-se de maneira contrária ao Impeachment de Dilma Rousseff.[45][46] Na eleição presidencial de 2018, declarou seu apoio ao petista Fernando Haddad.[47]
Em 2019, escreveu uma carta aberta para o magistrado Leandro Paulsen, desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) que utilizou um poema de Elisa para aferir a condenação do ex-presidente Lula.[48] Para Elisa, a utilização de seu poema foi um "mico" e "expõe a ignorância do citador".[49]
A atriz mora no Rio de Janeiro, cidade que escolheu viver desde meados dos anos 1980.[50] É candomblecista.[51] Foi casada com o psicanalista Zanandré Avancini, entre 1981-1984, com quem teve um filho, Juliano; e depois com o psiquiatra José Ignácio Tavares Xavier, entre 1993-2004.[52]
Filmografia
Televisão
Cinema
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Teatro
- A Hora Agá
- Pode Café
- O Mar não tá pra Preto
- Há uma na Madrugada
- Coisa de Mulher
- Sem Telefone mas com Fio
- Te Pego pela Palavra
- Aviso da Lua que menstrua
- Dona da Frase
- Luz do Só
- Sósias dos Sonhos
- O Semelhante
- Capixabaéchique
- Euteamo
- Semelhante
- Parem de Falar Mal da Rotina
- A Fúria da Beleza
- A Natureza do Olhar
- A paixão Segundo Adélia Prado
- L, O Musical
Discografia
CDs de poesias
Bibliografia
- A Lua que menstrua (Produção independente/1992);
- Sósia dos sonhos (Produção independente);
- O Semelhante (Ed. Record - 1ª edição/1995);[63]
- Eu te amo e suas estreias (Ed. Record/1999);[64]
- A Menina Transparente (Ed. Salamandra) Prêmio Altamente Recomendável, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).[65]
- Coleção Amigo Oculto - Composta pelos livros: “O órfão famoso” – 2002 / “Lili, a rainha das escolhas” – 2002 / “O menino inesperado” – 2002; “A Dona da Festa” - 2011(Ed. Record);[66]
- 50 Poemas Escolhidos pelo Autor (Edições Galo Branco/2004);[67]
- Contos de Vista (Ed. Global/2005). Primeiro livro de contos da autora;[68]
- A Fúria da Beleza (Ed. Record/2006). Primeiro livro de adultos para colorir;[69]
- A Poesia do encontro – Elisa Lucinda e Rubem Alves (Ed. Papirus/2008);[70]
- Parem de falar mal da rotina (Ed. Leya – Lua de papel/2010);[71]
- Fernando Pessoa, o Cavaleiro de Nada (Ed. Record/2014). Finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2015. Com prefácio do escritor moçambicano Mia Couto.[72]
- Vozes Guardadas (Ed. Record/2016).[73]
- Livro do avesso, O pensamento de Edite (Ed. Malê/2019).[74]
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Prêmios e indicações
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Notas
- Sob o selo da gravadora Rob Digital.
- Sob o selo da gravadora Rob Digital.
- Com poemas da poeta paulista Sandra Falcone, participação de Miguel Falabella, direção e produção de Gerson Steves. O CD é resultado do espetáculo homônimo com roteiro e direção de Steves.
- Realização de Dakar Produções e Poesia Viva Produções. Criado (2004) especialmente para a comemoração dos 150 anos da Ferrovia para a Vale do Rio Doce. É o primeiro CD no qual Elisa canta.
- Primeiro cd pelo selo CCC – Centro Cultural Carioca.
Referências
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- «Elisa Lucinda: A esquerda invisível». Geledés. 20 de junho de 2017. Consultado em 13 de abril de 2022
- «Atriz e escritora Elisa Lucinda lança romance com exclusividade no Flipoços». Livre Opinião. 15 de março de 2019. Consultado em 13 de abril de 2022
- Nassif, Luis (19 de setembro de 2012). «O filme 'A Última Estação' no Festival de Brasília». Jornal GGN. Consultado em 13 de abril de 2022
- «Elisa Lucinda (1958 -)». Centro de Memória Mulheres do Brasil e Pesquisa. Consultado em 13 de abril de 2022
- Elisa Lucinda; Rubem Alves. A poesia do encontro. Campinas: Papirus 7 Mares, 2008, p. 15-16.
- «APOIE - AÇÃO PSICOSSOCIAL E ORIENTAÇÃO INTERATIVA ESCOLAR - Mulheres excepcionais no cenário capixaba». Ação Psicossocial e Orientação Interativa Escolar. Consultado em 13 de abril de 2022
- «Elisa Lucinda». Papo de Cinema. Consultado em 13 de abril de 2022
- Xavier, Nilson. «Kananga do Japão». Teledramaturgia. Consultado em 13 de abril de 2022
- Xavier, Nilson. «Sangue do Meu Sangue (1995)». Teledramaturgia. Consultado em 14 de abril de 2022
- «Elisa Lucinda». Geledés. 5 de maio de 2010. Consultado em 14 de abril de 2022
- «ELISA LUCINDA: Para que Regina Duarte se vista com as roupas e as armas de Malu Mulher». Jornalistas Livres. 6 de fevereiro de 2020. Consultado em 14 de abril de 2022
- «As mulheres preferidas de Manoel Carlos». Claudia. 24 de abril de 2014. Consultado em 14 de abril de 2022
- «Quem é quem em Mulheres Apaixonadas». TV História. 19 de agosto de 2020. Consultado em 14 de abril de 2022
- Nader, Vinícius (24 de agosto de 2020). «Mulheres apaixonadas volta hoje, no Viva. Relembre os personagens». Correio Braziliense. Consultado em 14 de abril de 2022
- «Com Lucas e Selma, "Páginas da Vida" aborda preconceito racial». Folha de S. Paulo. 5 de dezembro de 2006. Consultado em 14 de abril de 2022
- Xavier, Nilson. «Páginas da Vida». Teledramaturgia. Consultado em 14 de abril de 2022
- «Em "Páginas da Vida", o racismo morre queimado». Gazeta do Povo. 22 de fevereiro de 2007. Consultado em 14 de abril de 2022
- «Personagens». Memória Globo. Consultado em 14 de abril de 2022
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- «Elisa Lucinda celebra a primeira vilã de sua carreira». Caras. 24 de fevereiro de 2012. Consultado em 15 de abril de 2022
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- «Elisa Lucinda comenta participação em Lado a Lado: 'É o sacolejo da mulata!'». Gshow. 9 de fevereiro de 2013. Consultado em 15 de abril de 2022
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- Artimos, Danilo (20 de setembro de 2021). «Trailer de Desjuntados traz a confusão da separação com Letícia Lima e Gabriel Godoy; assista! | Arroba Nerd». Consultado em 15 de abril de 2022
- Redacao (11 de junho de 2024). «Perigosas Damas estreia em Copacabana». Diário Carioca. Consultado em 5 de abril de 2025
- «Elisa Lucinda dirige oficina para policiais, guardas e moradores em São Pedro». Prefeitura de Vitória. 28 de setembro de 2011. Consultado em 14 de abril de 2022
- Lopes, Luiz Gonzaga (27 de março de 2019). «Poetisa e atriz Elisa Lucinda apresenta espetáculo "Palavra é Poder" em Porto Alegre». Correio do Povo. Consultado em 14 de abril de 2022
- «Poesia pernambucana é sinônimo de resistência e renovação». Centro Universitário Maurício de Nassau. 19 de outubro de 2018. Consultado em 14 de abril de 2022
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- Deixando o Pago (Vitor Ramil) - com Elisa Lucinda, João Carlos Coutinho e Jaime Alem, consultado em 26 de agosto de 2019
- «História se repete e nordestinos são xingados devido à reeleição de Dilma». Correio Braziliense. 26 de outubro de 2020. Consultado em 15 de abril de 2022
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- Lucinda, Elisa (2004). Contos de vista. [S.l.]: Global Editora
- Lucinda, Elisa (2006). A fúria da beleza. [S.l.]: Editora Record
- Lucinda, Elisa (dezembro de 2008). A poesia do encontro. [S.l.]: Papirus Editora
- Lucinda, Elisa (2010). Parem de falar mal da rotina. [S.l.]: Lua de Papel
- Lucinda, Elisa (16 de novembro de 2021). Fernando Pessoa, o cavaleiro de nada. [S.l.]: Editora Record
- Lucinda, Elisa (16 de dezembro de 2016). Vozes guardadas. [S.l.]: Editora Record
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- «Por Que Você Não Chora?». Papo de Cinema. Consultado em 21 de abril de 2022
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- «Influenciador Espírito Santo - Prêmio iBest». Prêmio iBest. 3 de março de 2024. Consultado em 3 de junho de 2024
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